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Reflexões Espíritas
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Culpa
Data: 12/06/2025

     Constitui-se como um dos sentimentos primários, subjetivos, que se apresentam à consciência quando um indivíduo, avaliando seus atos, percebe que provocou, causou, prejuízo material, moral ou espiritual a si mesmo ou a outros.

     Pode ser vivenciada de duas formas:

A saudável, que leva ao arrependimento sincero, causa dor, mas impulsiona à mudança de atitude, não mais desejando agir como antes. A alteração da mentalidade leva à reparação.

     E forma doentia, propícia que se detenha no ato; o ser mergulha nele, envolvendo-se em sofrimento, remorso, que sem o esforço da correção, pode chegar, se não cuidada, à depressão.

     Crenças alegam que o mundo inteiro é culpado diante de Deus por causa do “pecado original” e que Jesus teria arrogado para si pagar essa dívida com sua morte na cruz. Quem assim crê, normalmente se autoflagela, faz sacrifícios, de modo a diminuir a culpa pelo pecado cometido.

     Na realidade, a experiência da culpa deveria incentivar a que as pessoas aprendessem com seus erros, buscando recompor-se frente às pessoas, situações ou atitudes que intimamente o acusam, alterando assim seu comportamento, de forma positiva.

     Como seres em evolução, praticamente é impossível caminhar sempre, sempre, com a responsabilidade das escolhas e ações. Vez ou outra, percebe que houve alguma atitude que possivelmente prejudicou alguém. A partir desse momento, reconhecer o fato, voltar a ele, refazer-se mentalmente no correto, procurar quem recebeu a atitude menos elegante, explicando, desculpando-se, pedindo até mesmo perdão. Sentir culpa, sob esses raciocínios é momento de reabilitação.

     O despertamento para resgatar culpa já constitui um ato da Misericórdia Divina chamando para as recomposições que se façam necessárias.

     Mas, e se a pessoa que foi ofendida não oferecer espaço para reconciliação, não aceitar desculpas?

     “Cumpra cada qual com seu dever evangélico buscando o adversário para a reconciliação precisa”. O Consolador, 337.

     Quando não trabalhada dessa forma, ela se inculca nas profundezas da consciência, e se exterioriza com a sensação contínua de culpa, arrependimento por algo que o ser sente, sem identificar a causa.

     Como seres em evolução, o ideal da perfeição está inserido no Espírito. À medida que a evolução se faz, os potenciais vão se desenvolvendo, necessitando de mais espaço para irradiar-se. A consciência está vinculada a esses valores e constantemente acena com sinais, como que pedindo que o ser os trabalhe para que a expansão se faça. Pouco atento consigo, dificilmente percebe. Reincide nos erros que deixaram marcas, surgindo no mundo mental como sentimento de culpa. Como o indivíduo nada desperto para esses processos, não conseguindo identificar razões, é comum descambar para angústia, tristeza, desânimo, isolamento, estados negativos que apenas estão se fazendo presentes como mecanismos que pedem reequilíbrio.

     Mas, não há o fato como nos casos anteriores. Como agir?

     Tomando conhecimento dessa realidade intrínseca, a transformação moral, mudança de comportamento como ação de quem racionalmente sabe que está se trabalhando para desgaste de raízes mantidas.

     Há formas ou meio facilitadores à essa renovação?

     Com certeza as reflexões através da prece. Na sintonia estabelecida com os Irmãos Maiores, o entendimento de sentimento tão incomodo vai se acomodando. Daí surge a inspiração ou o despertamento para perceber as atitudes e hábitos negativos em que mais facilmente incide e que quase sempre são reveladores dos trabalhos que ficaram por fazer.

     Compreendendo origem, efeitos, consequências, a vontade real para as reconstruções, encaminha para as superações.

     Na Doutrina espírita aprende-se que esses instantes de vacilo significam oportunidades do ser em relação a si, em que estágio se situa, portanto, momento de aprender, reparar e seguir em frente sempre melhor.

     Quando o indivíduo sente prazer em servir, as marcas fixadas segundo as leis de causa e efeito, tudo, sob ação da mesma lei, se desgasta liberando para a paz interior.

 

Leda Marques Bighetti – Junho/25

 
 
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