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O Livro dos Espíritos  |  Livro Segundo: Mundo Espírita ou dos Espíritos   |  Capítulo III   |  12/01/2021
RETORNO DA VIDA CORPÓREA À VIDA ESPIRITUAL 15

O Livro dos Espíritos

 

Contendo os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da Humanidade (Segundo o ensinamento dos Espíritos superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec).

 

LIVRO SEGUNDO

 

“MUNDO ESPÍRITA OU DOS ESPÍRITOS”

 

CAPÍTULO III – RETORNO DA VIDA CORPÓREA À VIDA ESPIRITUAL

 

 

QUESTÕES DE 149 a 165

 

I – A Alma Após a Morte – 149/153a.

II – Separação da Alma e do Corpo - 154/162.

III – Perturbação Espírita – 163/165.

 

II – Separação da Alma e do Corpo - 154/162.

 

            162 – “Após a decapitação, por exemplo, o homem conserva por alguns instantes a consciência de si mesmo?

            -  Frequentemente ele a conserva por alguns minutos, até que a vida orgânica se extinga de uma vez. Muitas vezes a preocupação com a morte lhe faz perder a consciência antes do instante do suplício”.

 

             Allan Kardec comenta:

             “Não se trata, aqui, senão da consciência que o supliciado pode ter de si mesmo como homem, por meio do corpo, e não como Espírito. Se não perdeu essa consciência antes do suplício, ele pode conservá-la por alguns instantes, mas de duração muito curta, e a perde necessariamente com a vida orgânica do cérebro. Isso não quer dizer que o períspirito esteja inteiramente desligado do corpo, mas pelo contrário, pois em todos os casos de morte violenta, quando esta não resulta da extinção gradual das forças vitais, os liames que unem o corpo ao períspirito são mais tenazes, e o desprendimento completo é mais lento”.   

 

            Lembrar que na época da Codificação era comum o uso da guilhotina como instrumento de execução na pena de morte. Era situação corriqueira, por isso a pergunta feita aos Espíritos.

            Assim como nos raciocínios anteriores, não poderia haver uma resposta generalizada, uma vez que cada alma é um mundo diferente na sua estrutura espiritual.

            A pergunta não abrange à continuidade da consciência do ser espiritual e sim à consciência do homem, daquele que está sendo decapitado... Neste, até que momento ele tem consciência plena do fato?

            Vai depender de inúmeros fatores, inclusive do funcionamento regular, hígido ou não de seu corpo e mente.

            A decapitação é tão instantânea que as células vão morrendo aos poucos, mas rapidamente, então é possível haver alguma consciência que logo se dissipa.

            Com relação ao Espírito é também muito difícil de responder - um Espírito menos evoluído só em pensar que sua cabeça vai rolar para o cesto do carrasco, perde já antes a consciência indo acordar tempo depois. Outros, com alguma resignação, a manterão nos últimos momentos, mas por brevíssimos instantes. Para estes, o despertar será mais rápido, enquanto os outros, sob tratamentos necessários, no tempo próprio a cada um, despertarão.

            O suplício, seja ele da forma que for, é uma prova que tem, para o supliciado, uma razão que não conseguimos explicar. O que é certo é que ela foi aceita, e, muitas vezes pode até ter motivo de missão visando despertar em outros a certeza da imortalidade. De qualquer forma, não se tem hipóteses para explicar.

Conta-se que Francisco de Assis, deixou o corpo em plena lucidez, como quem se desveste de uma roupa usada, portanto em plena consciência. Jesus, ainda é o exemplo máximo: além de conversar com o conhecido chamado “bom ladrão” ainda, em palavras derradeiras diz: “Pai, nas tuas mãos encomendo meu Espírito”. (L.c. XXIV, 23:46).

Leda Marques Bighetti – Janeiro/2021

 
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