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O Evangelho Segundo o Espiritismo  |  Estranha Moral   |  Capítulo XXIII   |  12/02/2018
NÃO VIM TRAZER A PAZ, MAS A ESPADA - ITEM 13 A 18

201-O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - ALLAN KARDEC

CAPÍTULO XXIII: ESTRANHA MORAL

ITENS 13 a 18: NÃO VIM TRAZER A PAZ, MAS A ESPADA

 

Nesses itens, Allan Kardec continua fazendo observações em torno do cristianismo e dos seus opositores.

Lembra que o cristianismo continuou a ser aceito, apesar da perseguição cruel dos romanos, principalmente, em Roma, que se sentiam ameaçados nos seus interesses, na manutenção dos seus poderes, e não por convicção religiosa, visto que o paganismo àquela época já estava em declínio, sendo mantido mais para a manutenção dos privilégios dos poderosos.

Jesus viera no tempo devido, não porque os homens estivessem prontos para as ideias cristãs, mas “havia um clima geral de aptidão para assimilá-las, porque se fazia sentir o vazio que as crenças vulgares deixavam na alma.”

Sócrates e Platão vieram antes, divulgando ideias muito semelhantes às do cristianismo, que não prevaleceram na Grécia, cujo povo embora fosse dos mais inteligentes da Terra, ainda não estava amadurecido para elas.

Vieram, como precursores das ideias cristãs, chamando à reflexão os capazes de compreendê-las, desbravando o caminho e preparando os Espíritos para a doutrina que viria mais tarde, com Jesus.

Todavia, devido à desigualdade de grau evolutivo e da própria imperfeição dos homens, muitos dos intitulados cristãos continuam até hoje, interpretando, diferentemente, muitos dos ensinos de Jesus.

Assim, sempre surgem seitas, que pretendem a posse da Verdade, esquecidos de que o homem, não sendo obra acabada, só pode conhecer partes dela, e esse conhecimento se amplia, continuamente, na medida do seu progresso espiritual, aqui e em mundos mais elevados.

Infelizmente, os intitulados cristãos agiram entre si como os adeptos do paganismo, em lutas fratricidas, por não terem entendido ou interiorizado em si próprios, que a pedra angular do cristianismo é a caridade, a fraternidade e o amor ao próximo, sem os quais ninguém conquista a libertação da vida material para viver a vida plena em planos espirituais elevados.

Há os que acusam o cristianismo como causa das atrocidades cometidas em nome dele, quando os erros, omissões e enganos são apenas dos homens, que se dizem cristãos, sem terem compreendido a sua Verdade.

Todavia, a doutrina moral de Jesus continua nos Evangelhos, tal qual ele a trouxe, esperando que os interessados, os que buscam o desenvolvimento do seu senso moral, a estude, a compreenda pela sensibilidade e pela razão, a aceite por sua vontade, e a coloque em prática no seu dia-a-dia, lutando contra suas imperfeições e divulgando, pela sua transformação de sentimentos, de pensamentos, de atitudes e de ações, as qualificações de um verdadeiro cristão.

Jesus sabia que a grande maioria da humanidade terrestre não tinha a maturidade do senso moral para entender seus ensinos. Mas sabia que era a hora própria de vir trazê-los, para que, desde então, os mais preparados, aceitando-os, os divulgassem, mesmo com falhas, pois sempre houve na Terra, e continua existindo os que se esforçam para vivenciá-los, servindo de exemplos para os demais.

Assim, de reencarnação em reencarnação, os Espíritos vão se melhorando e, cada vez mais a moral cristã vai sendo reconhecida como a que trará paz e felicidade a todos.

Allan Kardec esclarece que quando Jesus, afirma: “não vim trazer-lhes a paz, mas a espada” sabia que sua doutrina não seria estabelecida sem lutas sangrentas, sem divergências, sem oposições, pelo mal que existe no homem, como fruto da sua imperfeição, e não como um determinismo divino.

Eu vim trazer o fogo à terra, e que quero eu senão que ele se acenda?”, significa que os ensinos que ele trouxera para eliminar os erros e preconceitos, agiriam como o fogo no campo eliminando as ervas daninhas, a fim de que a depuração espiritual se faça, porque dos seus ensinos a Verdade sairá triunfante.

Sabia Jesus que seus ensinos não seriam entendidos e aceitos por todos, que divergências sérias surgiriam, até lutas fratricidas, mas confiava na perfectibilidade do Espírito imortal, que através das reencarnações continuariam, no seu desenvolvimento espiritual, aprendendo com as consequências dos seus atos, numa progressão constante.

Por isso ele promete a vinda do Consolador, o Espírito da Verdade, que viria restabelecer todas as coisas, quando os homens, com mais conhecimentos científicos, filosóficos, com a razão mais desenvolvida, poderia entender melhor os ensinos de Jesus e a sua aplicabilidade no viver cotidiano.

  Assim o Espiritismo, veio na época certa, revelar novas leis divinas, que aclaram muitos dos ensinos de Jesus, recordam os esquecidos ou os mal-entendidos, encontrando, igualmente, a oposição dos conservadores, dos acomodados e dos preconceituosos, não mais com lutas sangrentas, pelo progresso da humanidade, mas com lutas de ordem moral.

  Por certo, um dia, toda a humanidade da Terra, se unirá sob a bandeira do amor a Deus e ao próximo como a si mesmo, embora possam continuar as diferentes maneiras de cultuar a Deus, no respeito aos direitos de cada um, sem preconceitos, na fraternidade e na solidariedade, entre irmãos, filhos de Deus, todos trabalhando em favor de todos.

Ficarão para trás, no passado da história, o ódio, o fanatismo, o preconceito, a violência, a guerra, o orgulho, o egoísmo, a preponderância, com todas as suas consequências, e a Terra será um mundo de regeneração, todos trabalhando sob as leis divinas, respeitando-as no sentir e pensar somente o bem, agindo nele e com ele, sob quaisquer circunstâncias.

 

Leda de Almeida Rezende Ebner – Fevereiro / 2018

 
Bibliografia:
CENTRO ESPÍRITA BATUIRA esclarece que permanece divulgando os estudos elaborados pela Sra Leda de Almeida Rezende Ebner, após o seu desencarne, com a devida AUTORIZAÇÃO da família e por ter recebido a DOAÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS, conforme registros em livros de Atas das reuniões de diretoria deste Centro.
 
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