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O Céu e o Inferno  |  Segunda Parte - Exemplos Capitulo IV     |  01/06/2006
ESPÍRITOS SOFREDORES - 1
Castigo "(...)Estendido numa enxerga ou num leito, que importa?
o homem culpado sente. sob aparente imobilidade, revolver-se e viver dentro de si mesmo um mundo de esquecidas sensações. Fechadas as pupilas, ele vê um clarão que desponta, ouve estranhos sons; a alma, prestes a deixar o corpo, agita-se impaciente, enquanto as mãos crispadas tentam agarrar as cobertas... Quereria falar, gritar aos que o cercam: - Retenham-me! eu vejo o castigo! - Impossível! a morte sela-lhe os lábios esmaecidos, enquanto os assistentes dizem: Descansa em paz! E contudo ele ouve, flutuando em torno do corpo que não deseja abandonar."(1) 
"(...) A morte não é mensageira da sombra, nem do pavor, mas a missionária da vida imperecível. É a incompreendida intermediária entre Deus e os seres sencientes, encarregada de reconduzir os homens ao verdadeiro lar, após terem encerrado os seus compromissos na escola terrestre. Suavemente ou mediante ação abrupta, sem agressão nem receio, convoca reis e vassalos, mendigos e poderosos, crianças e anciãos, sadios ou enfermos ao despertar do sono fisiológico, fazendo-os volver ao país da consciência desperta, ao Grande Lar (2).

A morte do corpo físico expõe a consciência do ser,libertando das algemas da educação social superficial , ficando exposta como realmente é ,uma vez que cada um traz em si em sua intimidade o conhecimento do bem e do mal. A consciência culpada implica em grande dor moral, tão profunda quanto a natureza das faltas .Quanto mais evoluído é o espírito mais ele sofre ao avaliar a extensão de suas faltas e os prejuízos de que por ventura, tenha causado.Quanto menos evoluído o clarão da consciência culpada no momento do desencarne leva o Ser a temer o castigo.Soma-se à consciência culpada , a desatenção as Leis naturais e a ignorância, sempre geradora do medo. E o medo se apresenta como um sofrimento a mais , uma barreira ao Espírito, no momento do desencarne.
"(...) Depois da morte, os Espíritos endurecidos, egoístas e maus são logo presas de uma dúvida cruel a respeito do seu destino, no presente e no futuro."(1)

Sob a ótica do Espírito desencarnado o castigo será a punição para qual ele não se sente preparado, daí as duvidas e o movimento de fuga na tentativa de se esconder no corpo físico, muitas vezes já em decomposição.E o que é o castigo? É a conseqüência natural para a alma que se distancia do objetivo da criação. É uma soma das dores necessárias para o reequilibrio. É a dor que desperta o ser para que ele possa retomar o caminho. A duração dos sofrimentos na vida futura se rege por leis em que se revelam a sabedoria e a bondade de Deus. A duração do sofrimento baseia-se no tempo necessário para que a melhora se estabeleça.

"(...) O sofrimento é arbitrário, imposto pela Lei de Causa e Efeito. Sua duração é a estritamente necessária para causar a melhora do espírito, bem como o resgate de seus débitos na medida adequada. Isto implica em penas variáveis para os mesmos erros, o que demonstra sobretudo a sabedoria do Criador.(3) 

À medida que o Espírito progride e os seus sentimentos se depuram, seus sofrimentos diminuem e mudam de natureza. Parecerá eterno enquanto dure. Entretanto estes sofrimentos durariam eternamente, se ele pudesse ser eternamente mau.

"(...).. se ele pudesse ser eternamente mau, isto é, se jamais se arrependesse e melhorasse, sofreria eternamente. Mas, Deus não criou seres tendo por destino permanecerem votados perpetuamente ao mal. Apenas os criou a todos simples e ignorantes, tendo todos, no entanto, que progredir em tempo mais ou menos longo, conforme decorrer da vontade de cada um. Mais ou menos tardia pode ser a vontade, do mesmo modo que há crianças mais ou menos precoces, porém, cedo ou tarde, ela aparece, por efeito da irresistível necessidade que o Espírito sente de sair da inferioridade e de se tornar feliz. Eminentemente sábia e magnânima é, pois, a lei que rege a duração das penas, porquanto subordina essa duração aos esforços do Espírito. Jamais o priva do seu livre-arbítrio: se deste faz ele mau uso, sofre as conseqüências." (4) 

Deus não criou seres tendo por destino devotação perpétua ao mal. Os criou simples e ignorantes destinados à felicidade tendo todos, no entanto, progredir em tempo mais ou menos longo, o decorrer á vontade de cada um. 
Tanto a felicidade quanto a infelicidade após a desencarnação, é inerente ao grau de aperfeiçoamento moral de cada Espírito. As dores e sofrimentos que cada um experimenta são dores morais e estão diretamente relacionadas com os atos praticados,sendo conseqüência da Lei de Causa e Efeito.

Em relação ao sofrimento de uma consciência culpada ,poderia ser resumida em :

● O sofrimento é inerente à imperfeição;
● Toda imperfeição traz consigo o próprio castigo com conseqüências naturais e inevitáveis.
● Podendo todo homem libertar-se das imperfeições pela própria vontade, pode, igualmente, anular os males consecutivos e assegurar futuras felicidades através de boas obras, de boas ações.

Isto vale aqui e agora ou no mundo espiritual !As imperfeições não corrigidas na vida corporal refletem na alma e no espírito, sendo pois a felicidade um resultado imediato da purificação do espírito.

A felicidade é o destino,é a força irresistível que atrai para mais perto do Criador. 

"(...).. pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se nasce para a Vida Eterna."(5) 

Laurelucia Lunardi
Junho / 2006
 
Bibliografia:
Kardec ,Allan, " Céu e Inferno" Segunda Parte,capitulo CapituloIV : ESPÍRITOS SOFREDORES Divaldo P. Franco /Amélia Rodrigues (espírito)," Exuberante " publicado Jornal Mundo Espírita de Junho de 2001 Kardec ,Allan," O Livro dos Espíritos "questões 1003 a1008 Kardec ,Allan,"O Livro dos Espíritos", questão 1006 INCONTRI, Dora. " Francisco, O pobre rico de Assis ". São Paulo, Editora Comenius, 1999
 
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