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O Livro dos Espíritos  |  Capítulo II - Elementos Gerais do Universo     |  01/04/2008
III - ESPAÇO UNIVERSAL PARTE IV - FORMAÇÃO DOS MUNDOS (QUESTÕES DE 37 A 42) - PARTE III
Cap III - Criação

I - Formação dos Mundos (questões de 37 a 42)

39 — Podemos conhecer o modo de formação dos mundos?

— Tudo o que se pode dizer, e que podeis compreender, é que os mundos se formam pela condensação da matéria espalhada no espaço.
         
Pelo que já estudamos, podemos perceber que sobre a formação do Sistema Solar muitas teorias foram apresentadas. A cada uma que surgia, levantavam-se contestações. Novas pesquisas sempre foram substituídas por outras.
             
Desde 1950 aceita-se a teoria científica chamada de hipótese nebular, defendida pelo matemático francês Pierre Simon Laplace (1749-1827). Até hoje é ela aceita e considera que o Sol se formou a partir de uma enorme nuvem de gás e poeira, como muitos outros existentes na galáxia. Lentamente a nuvem se contraiu começando a aquecer e girar em alta velocidade. A pressão e a temperatura do centro tornaram-se suficientes para iniciar as reações nucleares que o levou a atingir rapidamente a temperatura atual, mantendo-se aí, estável.
             
Enquanto isso se processava, seu equador expandiu-se, dilatou-se, arremessando anéis de matéria. Esse processo teria se repetido infindável número de vezes, nas quais, os anéis se condensando, resultaram nos planetas.
Entretanto, antes que essas massas planetárias tivessem atingido o grau de resfriamento necessário para operar sua solidificação, massas menores, verdadeiros glóbulos líquidos, se desprenderam, sempre na altura do plano equatorial, porque aí é que a força centrífuga é maior, tendendo a afastar-se, a desviar-se do centro. Por efeito das mesmas leis que faziam com que o planeta girasse em órbitas ao redor do Sol, esses fragmentos também adquiriram o movimento de translação, girando em torno dos planetas que os gerara.

Sob essa mecânica a Terra deu surgimento à Lua, que para um satélite é grande demais. De um modo geral, os outros satélites são milhares de vezes menores do que o astro em torno do qual giram e a Lua é menor que a Terra 49 vezes.

Por esse fato, resfriou-se ela rapidamente. As leis e as forças que a destacaram do equador da terra e os movimentos próprios desse plano em que estava, agiram de tal forma , que essa matéria, ao invés de adquirir a forma esférica, tomou a forma oval, com o centro de gravidade fixado não no centro, mas na superfície.

Nos planetas o centro de gravidade está a distâncias iguais da superfície e giram regularmente em torno do seu próprio eixo. Com a Lua, tal não se dá. Com seu centro de gravidade na superfície, ela relativamente afastou-se pouco da Terra (384 mil Km). Viu-se suspensa no firmamento tendo a Terra a atraí-la. Processou-se a solidificação e enquanto a parte mais pesada, mais larga, era atraída para a Terra, a parte oposta fica oculta para nós.

A parte que vemos (a massa da Lua é de 1/81 da Terra) é constituída de rochas, montanhas e planícies chamada de mares. Não há ar porque a atração gravitacional é pequena para reter qualquer gás. A temperatura é altíssima.

Nota-se que se apresentam duas naturezas distintas – essa que vimos sem qualquer analogia com a Terra, visto não possuir gases e por isso sem condições de vida e a outra face, rica em fluidos vivificantes, mais leve que a Terra e oculta à esta.

A Lua tem também dois movimentos – translação que o faz em torno da Terra e para isso leva 27 dias, nos quais apresenta as fases conhecidas, geradas por sua posição em relação ao Sol. Nesse movimento influência a Terra, a crosta terrestre, a atmosfera, as marés. O outro movimento ela o faz em torno do seu eixo.

Essas são condições específicas do satélite da Terra, uma vez que seu estado varia de acordo com as condições especiais em que cada um se formou. Alguns, como Mercúrio e Vênus, os mais próximos do Sol, não têm nenhum; Marte tem dois, Fobos e Delmo; Júpiter tem 12; Saturno 10; Urano 5, enquanto dos outros pouco ainda se sabe.
Entre todos, destaca-se em beleza Saturno. Quem o observa, descreve-o como se boiasse no espaço, lento e majestoso, circundado por seus anéis, envolto em vapores e auréolas diáfanas, brancas.

Até o presente é o único astro dotado de anéis. Desloca-se com lentidão e leva 29 anos terrestres para retornar ao ponto de partida de sua órbita. Por isso é conhecido por “Deus do Tempo”, no sentido de que, para ele a pressa não existe.

Em oposição a isto, seu movimento de rotação é mais rápido que o da Terra, pois seu dia tem 10h 14min. É intensamente brilhante e enorme, classificado como planeta gigante, sendo 750 vezes maior que a Terra. Tem temperatura de 170ºC – sendo seus principais componentes o hidrogênio e o metano. É menos denso que a água e daí resulta que embora seja 750 vezes maior que a Terra, sua massa é apenas 95 vezes. Um de seus satélites, Titã, possui atmosfera. Seus anéis ficam na altura do Equador e eles surgiram também das separações que se processaram no equador de Saturno, sendo formados de milhares de pequenos satélites que gravitam em rotas muito próximas umas das outras.

 Quem, pela primeira vez, embora de forma imperfeita, elaborou, trouxe a público essas idéias, em 1610, foi o inventor do telescópio, Galileu Galilei.

Leda Marques Bighetti
Abril / 2008
 
Bibliografia:
A Gênese – cap. VI – itens 24 a 27 – Allan Kardec Na era da Astronáutica – Rubens de Azevedo Astronomia – Tain Nicolson – Editora USP
 
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