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O Livro dos Médiuns  |  Segunda Parte Das Manifestações Espíritas   |  Capitulo XVII - Formação dos Médiuns   |  01/05/2009
DESENVOLVIMENTO DA MEDIUNIDADE - PARTE VII
Contém o ensino especial dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o Mundo Invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os escolhos que se podem encontrar na prática do Espiritismo.

SEGUNDA PARTE

DAS MANIFESTAÇÕES ESPIRITAS

CAPITULO XVII

FORMAÇÃO DOS MÉDIUNS

Estudo 90 – Desenvolvimento da Mediunidade (continuação)

Continuando o estudo sobre o processo de formação dos médiuns, relembramos que até o momento não conhecemos outros mais eficazes do que os indicados por Allan Kardec em O Livro dos Médiuns, conforme transcritos a seguir (questões de 214 a 218).

             Tudo o que dissemos se refere à escrita mecânica. É a faculdade que todos os médiuns, com razão, querem desenvolver. Mas função mecânica pura é muito rara, juntando-se a ela, muito freqüentemente, em maior ou menor grau, a intuição. O médium, tendo consciência do que escreve, é naturalmente levado a duvidar da sua faculdade: não sabe se a escrita é dele mesmo ou de outro Espírito. Mas ele não deve absolutamente inquietar-se com isso e deve prosseguir apesar da dúvida. Observando com cuidado a si mesmo, facilmente reconhecerá nos escritos muitas coisas que não lhe pertencem, que são mesmo contrárias aos seus pensamentos, prova evidente de que não procedem da sua mente. Que continue, pois, e a dúvida se dissipará com a experiência.
             Se o médium não pode ser exclusivamente mecânico, todas as tentativas de obter esse resultado serão inúteis, mas ele erraria se por isso se julgasse deserdado. Se possuir apenas mediunidade intuitiva, deve contentar-se com ela, que não deixará de lhe prestar grandes serviços, se souber aproveitá-la ao invés de repudiá-la.
             Se depois de inúteis tentativas, realizadas durante algum tempo, não houver nenhum indício de movimento involuntário, ou se esses movimentos forem muito fracos para produzir resultados, não deve hesitar em escrever o primeiro pensamento que lhe for sugerido, nem se inquietar se é dele ou de outro: a experiência lhe ensinará a fazer distinção. Muito freqüentemente, aliás, o movimento mecânico se desenvolve mais tarde.
             Dissemos acima que há casos em que é indiferente saber se o pensamento provém do médium ou de um Espírito. Isso acontece, sobretudo, quando um médium puramente intuitivo ou inspirado realiza por si mesmo um trabalho de imaginação. Pouco importa que então se atribua um pensamento que lhe foi sugerido. Se boas idéias lhe ocorrem, que as agradeça ao seu bom gênio e ele lhe sugerirá outras. Essa é a inspiração dos poetas, dos filósofos e dos cientistas.
             Suponhamos agora a faculdade mediúnica completamente desenvolvida. Que o médium escreva com facilidade, que seja o que se chama um médium feito. Seria um grande erro de sua parte considerar-se dispensado de novas instruções. Ele só teria vencido uma resistência material, e é então que começam as verdadeiras dificuldades. Mais do que nunca necessitará dos conselhos da prudência e da experiência, se não quiser cair nas mil armadilhas que lhe serão preparadas. Se quiser voar muito cedo com suas próprias asas, não tardará a ser enganado por Espíritos mentirosos que procurarão explorar-lhe a presunção.
             Uma vez desenvolvida a faculdade, o essencial para o médium é não abusar dela. A satisfação que proporciona a alguns iniciantes provoca um entusiasmo que precisa ser controlado. Devem pensar que ela lhes foi dada para o bem e não para satisfazer a curiosidade vã. É conveniente, portanto, que só a utilizem nos momentos oportunos e não a todo instante. Os Espíritos não estão constantemente às suas ordens e eles correm o risco de ser enganados pelos mistificadores. É bom escolherem dias e horas determinados para a prática mediúnica, de maneira a se preparem com maior recolhimento, e para que os Espíritos que desejam comunicar-se estejam prevenidos e também se coloquem em melhores disposições.
             Se, apesar de todas as tentativas, a mediunidade não se tiver revelado de maneira alguma, é necessário renunciar a ela, como se renuncia a cantar quando não se tem voz. Quem não sabe uma língua serve-se de um intérprete. Neste caso faz-se o mesmo recorrendo a outro médium. Mas na falta do médium não se deve julgar sem assistência dos Espíritos. A mediunidade é para eles um meio de comunicação, mas não o motivo único de atração. Os que nos dedicam afeição estão juntos de nós, quer sejamos médiuns ou não. Um pai não abandona o filho porque este é surdo e cego e não o pode ver nem ouvir. Pelo contrário, envolve-o na sua solicitude, como os Espíritos bons fazem conosco. Se eles não podem transmitir-nos materialmente o seu pensamento, ajudam-nos com a sua inspiração.

             Todas as orientações acima são de Allan Kardec e estão em O Livro dos Médiuns.

Tereza Cristina D'Alessandro 
Maio / 2009
ARTIGO PUBLICADO COM AUTORIZAÇÃO DO AUTOR
 
Bibliografia:
KARDEC, Allan - O Livro dos Médiuns: 2.ed. São Paulo: FEESP, 1989 - Cap XVII - 2ª Parte – itens 214 a 218
 
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