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O Livro dos Espíritos  |  Livro Segundo: Mundo Espírita ou dos Espíritos     |  12/08/2017
VIII – ANJOS E DEMÔNIOS – 128 A 131 - 1

O Livro dos Espíritos

 

Contendo os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da Humanidade (Segundo o ensinamento dos Espíritos superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec).

 

LIVRO SEGUNDO

 

“MUNDO ESPÍRITA OU DOS ESPÍRITOS”

 

CAPÍTULO I – DOS ESPÍRITOS

 

QUESTÕES DE 76 A 131

I – Origem e Natureza dos Espíritos – 76 A 83

II – Mundo Normal     e Primitivo – 84 A 87

III – Forma e Ubiquidade dos Espíritos – 88 A 92ª

IV – Perispírito – 93 A 95

V – Diferentes ordens de Espíritos – 96 A 99

VI – Escala Espírita – 100 A 113

VII – Progressão dos Espíritos – 114 A 127

VIII - Anjos e Demônios – 128 A 131

 

PROGRESSÃO DOS ESPÍRITOS 10 - ANJOS E DEMÔNIOS

            O assunto dá sequência ou se enquadra nos raciocínios constantes no estudo de junho, que estudou formas de pensar frontalmente opostas ao nosso tema da Progressão.

          Em “O Livro dos Espíritos” não vai se constituir como um novo item, mas sequência, feixe de toda uma série de raciocínios.

          Da questão 128 a 131 vamos nos deter sobre a existência dos anjos e demônios, tema que são constantes em praticamente todas as religiões que viam nos anjos, seres superiores a Humanidade e intermediários entre Deus e os homens.

          Advogando a inexistência da vida espiritual, o materialismo classificou anjos como ficção e alegoria.

          Para o Catolicismo, a crença nos anjos é parte essencial de seus dogmas que os define como Espíritos criados a parte, Puros Espíritos nos quais a natureza angélica subsiste por si mesma, não só sem mistura como também dissociada da matéria.

          No homem, a alma associa-se ao corpo, forma com ele uma só pessoa “... sendo tal e essencialmente seu destino”, isto é, acabada a união da alma com o corpo essa união se desfaz. A união da alma com esse corpo só se realiza uma vez.

          Com relação aos anjos, o conhecimento que desfrutam não é resultado da indução, do raciocínio da luta no contínuo vencer-se – têm tudo sem necessidade de aprendizados, pois que foram criados por Deus como detentores das perfeições.

          Nesse pensar, são divididos em três grandes hierarquias ou principados e cada hierarquia em três companhias ou coros.

          Os da primeira e mais alta hierarquia designam-se conforme as funções que exercem no céu: os Serafins são assim chamados por serem diante de Deus abrasados pela caridade. Os Querubins refletem luminosamente a divina sabedoria enquanto os Tronos proclamam as grandezas do Criador.

          Os anjos da segunda hierarquia recebem nomes conforme as operações que lhes são atribuídas no governo geral do Universo: as Dominações determinam missões e deveres aos anjos de classes inferiores; as Virtudes proclamam os prodígios necessários aos grandes interesses da Igreja e do gênero humano; as Potências protegem por sua força e vigilância as leis que regem o mundo físico e moral.

          Os da terceira hierarquia têm por fim dirigir as sociedades, as pessoas e estão ai os Principados, encarregados dos reinos, províncias e dioceses; os Arcanjos transmitem mensagens de alta importância e os Anjos da Guarda que acompanham as criaturas a fim de velarem pela sua segurança e santificação.

          A doutrina Espírita refuta esse princípio geral que prega serem os anjos seres puramente espirituais anteriores e superiores a Humanidade, criaturas privilegiadas, voltadas à felicidade suprema e eterna desde a sua  formação, dotados por sua própria natureza de todas as virtudes e conhecimentos, nada tendo feito para adquiri-los.

          Se aceitarmos tais premissas, estaríamos anulando todo item da Progressão que visou deixar claro que;

               - a alma é independente do corpo.

               - este lhe é temporário invólucro.

               - a espiritualidade é sua essência e a vida normal é a espiritual.

               - o corpo é instrumento da alma através do qual exercita suas faculdades nas relações com o mundo material. Separada desse corpo, goza dessas faculdades mais livremente.

               - a união da alma com o corpo é necessária e se dá em período classificado como infância e adolescência espirituais. Atingido certo grau de perfeição e consequente desmaterialização essa união é prescindível; o progresso continua na sua vida como Espírito.

               - por mais numerosas que sejam as existências corpóreas, são elas limitadas à existência do corpo e sua soma total em todos os casos compreende apenas uma parte imperceptível da vida espiritual, que é ilimitada.

          A Doutrina, portanto, aceita que há seres dotados de todas as qualidades atribuídas aos anjos, mas leva a conhecer a origem e natureza de tais seres afirmando:

          13 – A alma, qual criança, é inexperiente nas primeiras fases da existência, e dai o ser falível. Não lhe dá Deus essa experiência, mas dá-lhe meios para adquiri-la. Assim, um passo na senda do mal é um atraso para a alma, que, sofrendo-lhe as consequências, aprende à sua própria custa o que importa evitar. Deste modo, pouco a pouco, se desenvolve, se aperfeiçoa e adianta na hierarquia espiritual até o estado de “puro Espírito ou anjo”. Os anjos são, pois, as almas dos homens chegados ao grau de perfeição que a criatura comporta, fruindo em sua plenitude a prometida felicidade. Antes, porém, de atingir o grau supremo gozam de felicidade relativa ao seu grau de adiantamento, felicidade que consiste não na ociosidade, mas nas funções que a Deus apraz confiar-lhes, e cujo desempenho se sentem ditosas, tendo ainda nele um meio de progresso. (Para saber mais ver “O Céu e o Inferno – 1ª parte, cap. III, O Céu”).

          14 – “A Humanidade não se limita à Terra; habita inúmeros mundos que no espaço circulam; já habitou os desaparecidos, e habitará os que se formarem. Tendo-a criado de toda eternidade, Deus jamais cessa de cria-la. Muito antes que a Terra existisse e por mais remota que a suponhamos, outros mundos havia, nos quais Espíritos encarnados  percorreram as mesmas fases que ora percorrem os de mais recente formação, atingindo seu fim antes mesmo que houvéramos saído das mãos do Criador.

          “De toda eternidade tem havido, pois, puros Espíritos ou anjos; mas, como a sua existência humana se passou num infinito passado, eis que os supomos como se tivessem sido sempre anjos de todos os tempos”.

          15 –“ Realiza-se assim a grande lei de unidade da Criação; Deus nunca esteve inativo e sempre teve puros Espíritos, experimentados e esclarecidos, para transmissão de suas ordens e direção do Universo, desde o governo dos mundos até os mais ínfimos detalhes. Tampouco teve Deus necessidade de criar seres privilegiados, isentos de obrigações; todos, antigos e novos, adquiriram suas posições na luta, por mérito próprio; todos, enfim, são filhos de suas obras”.

         “E, desse modo, completa-se com igualdade a soberana justiça do Criador”.

         

            Para aprofundamento, encontraremos bibliografia em “A Gênese” – cap. X e XIV: “Deus na natureza” – Camille Flammarion II; “Revista Espírita” ano 1866 pag. 67-71 a 77; 1861 – pag. 45 e 1868 pag. 166 – 1859 pag. 80; “Evolução em Dois Mundos” cap 1; “Mecanismos da Mediunidade” cap III, ambos de André Luiz e “O Livro dos Médiuns” itens 75-77 e 98. Também no livro Educação Mediúnica – Teoria e Prática - vol 1 - Ribeirão Preto: BELE, 2005 de Leda Marques Bighetti. Para enriquecimento do tema remetemos ainda a: Gabriel Delanne – Evolução Anímica, Hermínio C. Miranda – A Memória e o Tempo, além dos citados ou transcritos no texto.

Leda Marques Bighetti – Agosto / 2017

 
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