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Reflexões Espíritas
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Homem - Bom ou Mau? - 2/4
Data: 11/04/2016

 Reflexões da autora em quatro textos:

   Filósofos chamando-se a si mesmos de realistas advogam, pregam, que todo homem tem uma ligeira inclinação para o mal.

            Baseiam suas afirmações em posicionamentos mais teológicos que filosóficos, uma vez que fincam suas raízes no chamado pecado original, que teria passado para toda posteridade de Adão e Eva, pela geração dos corpos suas marcas negativas, com duas únicas exceções: Cristo e sua mãe Maria.

            Nessa herança de Adão e Eva, estaria sediada a natureza decadente do homem com debilidade da vontade e tendência para o mal. Não teria havido uma corrupção substancial e sim perda da graça santificante, predestinação à glória bem como imunidade dos sofrimentos, concupiscência, ignorância e morte.

            Esses “degredados filhos de Eva” pela redenção do sangue de Cristo recuperariam os dons naturais que resultaram enfraquecidos.

            Por força dessa reparação, a criança nasceria com tendências boas ou más. Mantendo o livre arbítrio, que assegura tanto a possibilidade de praticar o bem como o mal, manterá sempre ligeira inclinação para o mal.

            Ainda: apesar dessa condição de escolha, a criança, o Espírito sofre três efeitos importantes que terá que definir em prioridades maiores ou menores:

          - 1 – intelecto – capaz de atingir a verdade;

          - 2 – vontade – apta a procurar o bem;

          - 3 – natureza – mais inclinada ao pecado.

 

Através do batismo, a alma seria expurgada do pecado original, mas permaneceriam seus efeitos que deveriam ser superados pela iluminação da inteligência e fortalecimento da vontade.

 

O texto de “A Educação Cristã da Juventude” (“Filosofia da Educação” – Redden e Ryan p 141) faz constar: “A maldade agarra-se ao coração da criança e o papel da palmatória é expulsá-la. As inclinações desordenadas, devem pois, ser corrigidas; as boas encorajadas e orientadas. Acima de tudo, o Espírito deve ser fortalecido e esclarecido por meio da graça sem a qual é impossível dominar os impulsos demoníacos.

    

Crítica à luz da Doutrina Espírita: A “verdade de fé” do pecado original definida pelo Concílio de Trento apresenta-se conflitante com  a Justiça Divina.

    

Como a prole inocente de Adão poderia responder pela culpa dos primeiros pais?

 

Seria a Justiça terrena mais nobre e perfeita que a de Deus?

O julgamento dos homens não permite a condenação além do crime, nem que a pena alcance os familiares do delinquente.

 

Nenhuma pena passará da pessoa do condenado. A lei regulará a individualização da pena”. Incisos XLV e XLVI do art. 5º.

 

A Doutrina Espírita dá sobre o pecado original um sentido mitológico e alegórico e desbarata a passagem, diga assim, para a descendência.

 

A responsabilidade das faltas é toda pessoal, ninguém sofre por alheios erros, salvo se a eles deu origem”...  O Céu e o Inferno 1ª, VII, 21.

 

Muitos com mais razão, consideram Adão um mito ou uma alegoria que personifica as primeiras idades do mundo”.  O Livro dos Espíritos q.51 §2.

 

A espécie humana não começou por um único homem; aquele a quem chamais Adão, não foi o primeiro, nem o único a povoar a Terra” O Livro dos Espíritos q. 50.

 

Adão personifica a Humanidade; sua falta individualiza a fraqueza do homem em que predominam os instintos materiais a que ele não sabe resistir”.  A Gênese – XII, 16, §2.

A “Gênese” (XI, 46, §§ 1 e 2) evidencia um texto muito interessante quando ensina que:

    

A doutrina vulgar do pecado original implica, conseguintemente, a necessidade uma relação entre as almas do tempo do Cristo e as do tempo de Adão; implica, portanto, a reencarnação. Dizei que todas essas almas faziam parte da colônia de Espíritos exilados na Terra ao tempo de Adão e que se achavam manchadas dos vícios que lhes acarretaram ser excluídas de um mundo melhor e tereis a única interpretação racional do pecado original, pecado peculiar a cada indivíduo e não resultado da responsabilidade da falta de outrem a quem ele jamais conheceu”. 

 

Leda Marques Bighetti – Abril/2016

 
 
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