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O Livro dos Espíritos  |  Introdução do Estudo da Doutrina Espírita   |  Item V   |  01/07/2002
MESAS GIRANTES
Estudo 8F 

"Contendo os Princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos, suas relações com os homens, as leis morais, a vida futura e o porvir da Humanidade" 

Segundo o ensinamento dos Espíritos Superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec.

Introdução do Estudo da Doutrina Espírita


O Processo da Comunicação dos Espíritos


Mesas Girantes


(retornar estudos 8 e 8A) 


Se nos ativéssemos exclusivamente a levantar um encadeamento sucessivo e gradativo de fatos as mesas girantes não mereceriam, como o faremos aqui, um estudo particular.

1.   Muda esse primeiro parecer quando refletimos que representam elas, como efeitos físicos que são, o ponto de partida da Doutrina Espírita. Por essa razão, necessitamos retomar ou recordar sua origem, seu modo de operar. Ficando claro a forma, o modo, o objetivo, essa teoria nos fornecerá elementos para decifração de outros efeitos mais complexos.

2.   Ressalte-se que o Espiritismo não inventou nem descobriu essas manifestações. Constam elas (como já estudamos anteriormente) dos registros antigos dos povos Tertuliano (160-230) no cap. XXIII da "Apologética" assim se exprimia ..."se aos mágicos é dado provocar o aparecimento de fantasmas, evocar a alma dos mortos, forçar a boca das crianças a dar oráculos; se esses charlatães imitam um grande número de milagres que, parece, são devidos aos oráculos e às correntes que as pessoas formam entre si; se mandam sonhos, se fazem conjurações; se têm às suas ordens Espíritos mentirosos e demônios por cuja virtude as cadeiras e mesas que profetizam são um fato vulgar" etc. etc. ....

Em 1853, consta um artigo na "Ilustration, precedido de comentários fúteis e piadas matéria sobre as "mesas volantes, fenômeno esse ressalta, ...conhecido desde há muitos anos". O artigo é transcrição de um jornal russo da Sibéria - Sjvernava Plschela (Abelha do Norte) que em seu número 27 de abril escreve: ..."Deve saber-se que os Lamas, sacerdotes das religiões búdicas à qual aderem todos os mongois e os buretas russos, do mesmo modo que os sacerdotes do antigo Egito, não comunicam os segredos que inventaram, dele se servindo, entretanto, para aumentar a influência que exercem sobre o povo, naturalmente supersticioso. É assim que pretendem ter o poder de encontrar os objetos roubados, para o que se servem da mesa volante. Assim se passam as coisas".... 

Não vamos transcrever todo o texto, bastante interessante aliás. Resumindo: Havendo um acontecimento "misterioso", difícil de ser elucidado:

•   a vítima do roubo ou de outro fato em si dirigi-se ao Lama,
•   este pede dois ou três dias para preparar-se,
•   após esse prazo, senta-se no chão. Diante de si pequena mesa, coloca as mãos sobre ela e começa a ler um livro de mágicas por mais ou menos uma hora,
•   levanta-se; a mesa levanta-se também tomando várias direções acabando por cair,
•   nesta direção principal que a mesa tomou é que se deve procurar o objeto,
•   há relatos em que a mesa foi cair exatamente onde se encontrava oculto o objeto,
•   há um fato em que a mesa voou até uma distância de mais ou menos trinta metros,
•   o objeto roubado não foi achado imediatamente, mas na direção indicada morava um camponês russo que notando o sinal, no mesmo dia suicidou-se. O fato levantou suspeitas. Buscas em sua residência revelaram estar ali o objeto procurado,
•   três experiências não deram resultado. A mesa, não se moveu - Explicaram os Lamas que a imobilidade indicava que os objetos não podiam ser encontrados,
•   em 1831, o Sr. Tscherepanoff, na aldeia de Jélany acreditando que o Lama se servia de corda habilmente dissimulada, faz toda série de buscas e ... "hoje (1859) estou convencido de que os fatos que presenciei são produzido pelas mesmas causas que a da "dança das mesas"

..."Assim, o chefe da seita dos Espíritas, que acreditava ter inventado o movimento das mesas, não fizera mais do que espalhar uma invenção, há muito conhecida, entre, inclusive outros povos. "Nada há de novo sob o sol", dizia Salomão ...Esse processo era conhecido muito antes do digno filho de David. Leia-se o North China Herald, citado pela "Gazette D'Ausbourg de 11 de maio, e ver-se-á que os habitantes do celeste império divertiam-se com esse jogo desde tempos imemoriais".... 
No transcorrer dos tempos, encontrar-se-á registros oficiais na História dos povos, recebendo nomes e explicações, conforme o momento, as crenças, o entendimento evolutivo desses mesmos povos. 
Essa "influência oculta" foi atribuída a 

•   condições higiênicas, climáticas e fisiológicas dos habitantes
•   ao acaso
•   à constituição linfática
•   à má nutrição
•   à eletricidade
•   ao magnetismo
•   à ação de algum fluido desconhecido etc. etc. ....

1.   Conforme, o modo, a interpretação que davam ao fato, os nomes variavam:

•   massa ignorante
•   mesas falantes
•   mesas volantes
•   mesas que voam
•   mesas girantes
•   mesas dançantes ou que dançam
•   dança das mesas ..."expressões impróprias que se convém banir porque podem induzir em erro, fazendo crer que as mesmas tenham qualquer influência especial ou se prestariam ao fenômeno melhor que qualquer outro objeto"....

1.   Convém recordar que em todos esses acontecimentos, leis naturais estão em ação. Conforme se avança no entendimento, conhecimento e domínio dessas leis mais se descobre os traços deixados em todas as idades e por toda parte. Desse modo, o misticismo, o exagero, as idéias supersticiosas têm razão de ser e falam de um tempo de ignorância, de desconhecimento. Falar levianamente, julgar pela primeira impressão, fechar conceitos pelo que se ouviu dizer são coerentes com esse estágio.

Outrora, detidos no maravilhoso não se percebia que uma causa quando é real, deve poder explicar todos os efeitos que produz. Se algum efeito a contradizer, a causa será falsa, cabendo procurar outra. 
Quando se percebeu que os movimentos davam sinal de inteligência, refletiam uma vontade própria, espontânea e independente, há que se procurar a causa, para esse efeito. Ao se procurar essa causa chegou-se a identificar essa inteligência. 
Qual era? 
Estudamos que os Espíritos preveniam as pessoas de sua aproximação através não só do movimento surdo, como quando se bate em objeto oco, como também através do movimento rotativo das mesas. Esse é considerado o efeito mais simples e pode ser produzido com qualquer outro objeto. Sendo a mesa, um móvel comum cômodo e que desde o inicio foi usado, prevaleceu inclusive com o nome de mesas girantes para designar essa espécie de fenômeno, que era usado pelos Espíritos para avisar que estavam chegando. 
Quando se reflete que esse efeito foi um dos primeiros, não se está excluindo outros gêneros de manifestações, também conhecidos desde os tempos mais longínquos. São efeitos naturais, portanto, produzindo-se em todas as épocas. 
2.   Todos os fenômenos provam intervenção de Espíritos?

Se os efeitos forem puramente mecânicos não. Nesse caso pode-se recorrer a várias hipóteses, da ação de vários fluidos, elétrico, calorífico etc. etc. . Do momento porém, em que reflitam inteligência, haverá uma causa inteligente. Esse é o diferenciador das causas nos fenômenos espíritas na exteriorização dos efeitos. 

3.   Como faz o Espírito, ou ser invisível para atuar sobre a matéria inerte ?

Quando uma mesa se move, não é o Espírito que a toma com as mãos, levantando-a com força de seu braço, pela razão muito simples que, embora tenha um corpo em tudo semelhante ao nosso, tal corpo é fluídico, e não pode exercer uma ação muscular propriamente dita. Ele satura a mesa com seu próprio fluido, combinado com o fluido animalizado do médium. Por esse meio, a mesa fica momentaneamente animada de vida factícia, artificial, não natural e, obedece à vontade como o faria um ser vivo - por seus movimentos exprime, alegria, cólera e os diversos sentimentos do Espírito que dela se serve. 
Ficar bem claro que:

•   não é ela, mesa, quem pensa, se alegra ou encoleriza
•   não é o Espírito que se incorpora nela ou se metamorfoseia em mesa

Ela apenas é um instrumento submetido à vontade do Espírito como um bastão que um homem agite, com o qual faça sinais ou ameace agredir, tocar algum animal. Neste caso, o bastão é sustentado pela força dos músculos. 
A mesa não pode receber a impulsão dos músculos do Espírito - é agitada pelo fluido dele mais fluido do médium, mais fluido ambiente que combinadas segundo a necessidade, faz o papel da força muscular. 
Esse é o princípio fundamental de todos os movimentos em casos semelhantes 

Para que o fenômeno se produza portanto, faz-se necessário a intervenção de uma ou muitas pessoas (conhecidas pelo nome de médiuns - intermediários) e que fornecem, por efeito de sua organização - emanação fluídica, que pode ser mais ou menos abundante, de maior ou menor facilidade de combinação, espontânea, ou deliberadamente produzida. 

Importante - o Espírito sozinho não pode produzir movimento de corpo sólido - Deverá combinar como vimos acima, e por efeito da sua vontade, dar-lhe-á direção, enfim, produzirá o efeito. O que o Espírito pode é atuar à revelia, sem o concurso do médium. Isto quer dizer que muitas pessoas, sem que o suspeitem, auxiliam os Espíritos que "colhe" nelas os fluidos animalizados de que necessitem. 

E comum tal ação nos chamados fenômenos espontâneos, onde o médium não atua, de modo habitual, tal como se entende. 
Por todas essas reflexões percebe-se que

•   forma da mesa
•   substância da qual é feita
•   presença de metais, seda nas roupas dos assistentes
•   dia, hora, obscuridade ou luz
•   chuva ou bom tempo, são indiferentes.

Em nada influirão. Apenas o volume é preciso ser levado em conta, ainda assim, no caso em que os fluidos sejam insuficientes para vencer-lhe a resistência.

Neste caso, pode servir-se de Espíritos que lhe são iguais ou até inferiores (o perispírito dos Espíritos inferiores muito se aproxima da nossa matéria). Tendo mais afinidade com a matéria tal como a entendemos estão acostumados, pensam, agem como se estivessem "vivos", sua densidade favorece a produção desses fenômenos, suprem, por assim dizer a "falta" do fluido necessário. Modo geral, uma só "pessoa" ou até uma criança pode fornecer fluido e "fazer" com que enorme mesa ou peça se levante, em movimento.

1.   Tudo estando nas condições requeridas para a produção do acontecimento em si geralmente se ouve

•   pequeno estalido na mesa.
•   tremor leve que,
•   dá a impressão que "ela" se esforça por levantar-se do chão.
•   o movimento de rotação se acentua pouco a pouco, acelera a tal ponto, adquire rapidez que praticamente torna-se impossível acompanhá-lo.
•   Acentuado, firmado o movimento, continua a mover-se em todos os sentidos sem contato.
•   outras vezes, se agita e ergue, ora num pé, ora no outro retomando delicadamente a posição natural.
•   pode oscilar imitando o balanço do navio.
•   destaca-se totalmente do solo, mantém-se equilibrada no espaço sem nenhum ponto de apoio, eleva-se até o forro da casa, podendo passar-se-lhe por baixo.
•   desce lentamente, como uma folha de papel ou precipita-se violentamente e se quebra.
•   pode-se também ouvir as pancadas ou barulhos, como se estes soassem no próprio tecido, "dentro" da madeira e sem que ela faça qualquer movimento. Podem, esses barulhos, fracos, muito fortes, fazer-se ouvir nos outros móveis, nas paredes no forro etc..

1.   As sessões com a "mesa girante" se popularizaram nos Estados Unidos devido às Irmãs Fox. Seis anos depois, 1854 se tornariam divertimento nos salões da Europa. Comentam os textos que, quando uma moda era considerada sensacional, o máximo de tempo que se conservava eram dois invernos. O divertimento com as respostas adivinhações, proporcionado pelas mesas girantes prolongou-se por quatro invernos, o que fez com que o fato fosse considerado como prodigioso, tal a sensação que produzia.

É nesse clima que o professor Denizard ouve o Sr. Fortier, um magnetizador falar-lhe a respeito. E ele o faz, comentando a nova propriedade do magnetismo que sob sua ação gira e caminha movendo-se de lugar. 

Professor Rivail, não se admira. Comenta que isso é possível uma vez que o fluido magnético sendo uma espécie de eletricidade perfeitamente pode atuar sobre corpos inertes, fazendo com que se movam. 

Semanas depois, novamente encontrando o professor, Sr. Fortier comenta que algo extraordinário acrescentava-se ao que lhe contara antes, uma vez, que agora não só, magnetizadas se moviam. Também falavam... interrogadas respondiam através de batidas combinadas significando sim, não etc. . 

•   "Isto agora é outra questão! Só acreditarei vendo e quando me provarem que uma mesa tem cérebro para pensar, nervos para sentir e que possa tornar-se sonâmbula. Até lá permita que eu não veja no caso, mais do que um conto para fazer-nos dormir em pé "

Resposta de um cético. O caso não mais é comentado. 
Em janeiro de 1855, porém, encontrou-se o professor com um velho conhecido, o Sr. Carlotti. 
Pela primeira vez ouviu dizer que quem movia a mesa eram Espíritos almas dos mortos. O Sr. Carlotti estava muito entusiasmado e o professor novamente acautelou-se... 
Em maio deste mesmo ano, o professor vai com o Sr. Fortier à casa da Sra. Roger, uma sonâmbula. Lá encontraram o Sr. Pàtier e a Sra. Plainemaison que também comentaram sobre a mesa, as respostas, os Espíritos. 
O professor sabia que essas pessoas eram sérias, possuidoras de cultura... Refletindo, ponderando, aceita o convite para participar das experiências que já se realizavam desde há muito na residência da Sra. Plainemaison. 
Ao regressar, o professor e sua esposa, ele não mais duvidava do fenômeno - não admitia entretanto que fossem produzidos pelos ou por Espíritos - 
De qualquer modo, pressentiu algo mais que simples passatempo... talvez uma nova Lei... mas que Lei? e para regular quais fenômenos? que elementos? 
Ativado todo um espírito de pesquisador, resolve estudar não mais conseguindo deixar as buscas. Retorna inúmeras vezes à casa da Sra. Plainemaison. Conhece o Sr. Baudin que o convida a assistir às sessões semanais que realizava em sua casa, também desde há muito tempo. 
As duas filhas: Caroline (16 anos) e Julie (14 anos) funcionavam como médiuns. Através delas os Espíritos escreviam numa lousa quando colocavam elas os dedos na borda de uma cesta bem pequena com um lápis preso em um dos cantos. 
O professor começa nessas reuniões em agosto de 1855. A escrita se processava como o descrito acima, as respostas eram rápidas e redigidas no idioma em que a pergunta havia sido formulada. 
Também recebiam respostas à perguntas mentais. Em cada trabalho, caligrafia diferente ou retomada da característica própria caso um mesmo Espírito retornasse. 
O professor não mais duvidava: - era uma inteligência estranha que produzia os fenômenos. 
Mais tarde diria: - "Vislumbrei naqueles fenômenos a chave do problema do passado e do futuro da Humanidade, tão confuso e tão controvertido, a solução daquilo que eu havia buscado toda a minha vida". 
Com o método experimental empregado as sessões tomaram novo rumo - não mais se faziam perguntas fúteis. 
O professor levava para cada reunião, série de perguntas relacionadas à filosofia, psicologia, natureza do mundo espiritual e obtinha respostas com "...precisão, profundeza e lógica"... 
Mais tarde receberia de médiuns espalhados por quase todo globo, mensagens com igual conteúdo provando assim os Espíritos ..."a autenticidade de seus ensinos".... e dando uma indicação de que a verdade a ser revelada jamais virá de uma só fonte, de uma só mente, mas caracterizar-se-à pela universalização de um mesmo ponto, ainda que expresso de variadas formas. 
Entre muitas situações ocorridas, em fins de 1856 os originais de "O Livro dos Espíritos" ficaram concluídos. A revisão foi feita pelos Espíritos, que se serviram de vários médiuns: primeiro Caroline e Julie Baudin que deixaram o trabalho por haverem casado e deixado Paris. 
Seguiu-se com a Sra. Japhet. Terminada essa fase precisava na capa o nome do responsável - e o professor ao invés de assinar Denizard Hipollyte Léon Rivail assina "Allan Kardec", nome que tivera em outra existência, nas Gálias entre os Druidas. 
No dia 18 de abril de 1857 com o lançamento de "O Livro dos Espíritos", cumpre-se a promessa de Jesus de enviar o Consolador. 
"O Livro dos Espíritos", caracterizado pela universalidade dos ensinos " que o Codificador encadeia em raciocínios lógicos a ser entendidos por todos, revela e esclarece racionalmente.

•   o mundo dos Espíritos
•   as leis morais
•   as esperanças e consolações inaugurando no planeta a "Era do Espírito" onde o sobrenatural tornou-se natural, tudo se reduzindo a uma questão de conhecimento das Leis que regem o universo.

Desse modo ..."não existe o sobrenatural, senão para a ignorância humana da ação de Leis, uma vez que o Universo é um sistema único, e todas as suas partes se entrosam na grande estrutura" regida pela previdência e providência de um Pai de Amor que tudo oferece e propicia a seus filhos, não deixando que nada lhes falte para que, no trabalho pessoal do crescimento cada um descubra Deus em seu próprio ser imanente e pleno a exteriorizar-se nas mínimas expressões do Amor.

Leda Marques Bighetti
Julho 2002
 
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