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Mocidade Espírita Batuira   |  Integração do Jovem no Centro Espírita   |  01/10/2003
EVOLUÇÃO DO PRINCÍPIO INTELIGENTE - PARTE IV
Tema: Regeneração
Objetivo: Conscientizar o jovem que a regeneração do mundo deve ter início no próprio homem.
Paralelo comparativo: Regeneração - necessidade que o Espírito tem de recompor-se após passar por uma experiência de dor e sofrimento, a fim de poder continuar a sua caminhada evolutiva.

Desenvolvimento:
Recordar o estudo dos Platelmintos. (Setembro / 2003)
Perguntar:
Do estudo anterior nós concluímos o quê?
Concluímos que a planária tem grande capacidade de regeneração.
.A planária se assemelha à vida do homem?
.Em que se assemelha? Regeneração

O que é regeneração?
Conceituar: (colocar no cartaz ou na lousa com a ajuda dos jovens)

Regeneração - Ato ou efeito de regenerar (se)
Ato - Tudo que se faz ou se pode fazer; modo de proceder; ocasião em que é feita alguma coisa.
Efeito - Resultado; consequência; destino.

Regenerar - Tornar a gerar (se); renovar (se); corrigir (se); reabilitar (se).

Continuar as reflexões:
O que o meio de comunicação e as pessoas mais comentam nos dias de hoje?
O que vocês pensam a respeito de tudo isso? 
Deixar que os jovens se manifestem sobre o assunto.
São chegados os tempos, dizem-nos de todas as partes, marcados por Deus, em que grandes acontecimentos se vão dar para a regeneração da Humanidade.

Em que momento a regeneração acontece?
O trabalho de regeneração acontece a partir do momento em que o homem começa a entender a Lei Divina.

Qual é a lei que atende todas as necessidades dos homens?
A Lei Moral, é a única necessária à felicidade do homem, ela indica o que deve fazer ou não fazer.O homem só é infeliz porque dela se afasta. 

Deus proporcionou a todos os homens os meios de conhecerem sua lei?
Todos podem conhecê-la, mas nem todos a compreendem; os que melhor a compreendem são os homens de bem e os que desejam pesquisá-la, mas todos um dia a compreenderão, porque é necessário que o progresso se realize.
São de todos os tempos as Leis Morais da vida, estabelecidas pelo Supremo Pai. 
Leis naturais de amor, justiça e equidade, são o fiel da conquista do Espírito que, na preservação dos seus códigos sublimes e na vivência da sua legislação, haure o próprio engrandecimento e plenitude.
O desacato, a desobediência aos seus códigos engendram o sofrimento e o desalinho do infrator, que de forma alguma consegue fugir ao reajuste produzido pela rebeldia ou insânia de que se faz portador.
Em todos os tempos houve homens que receberam essa missão. São Espíritos superiores, encarnados com o fim de fazer progredir a humanidade
Profetas, legisladores e sábios têm sido os maleáveis instrumentos de que se utilizou o Pai Amantíssimo através dos tempos, a fim de que o homem, no ergástulo carnal, pudesse encontrar a rota segura para atingir o reino venturoso que o espera.

Onde está escrita a Lei de Deus?
—Na consciência.
Desde que o homem traz na consciência a Lei de Deus, que necessidade tem de que lha revelem?
—Ele tinha esquecido e desprezado: Deus quis que ela fosse lembrada.
Estudar a Lei Divina é de vital importância para o homem, pois sem entendê-la o homem não percebe o objetivo para direcionar a sua vida.
Através do conhecimento, do estudo e aplicação dessas leis, pela vivência, aprende que elas garantem o equilíbrio em suas relações consigo, com o outro e com Deus; contendo ela todas as regras e normas para a vida tanto do corpo como da alma.
Quando a consciência estiver desperta, notaremos com facilidade em todos os acontecimentos um roteiro ou um ensinamento de vida. Ficarmos atentos a tudo que acontece, aos fatos interiores e exteriores, pode conduzir-nos a um autêntico caminho de realização, fazendo com que encontremos um verdadeiro orientador íntimo.
Atrás de tudo e todos, vigem leis orientando, medindo e prescrevendo o caminho certo, estabelecendo horários, direções, modos linguagem, valores. Assim também sucede na vida moral; por detrás de todas as atitudes, há leis que supervisiona, pesando e avaliando emoções e ideais. Para essas leis não há erros, nem exceções . São firmes, constantes e inderrogáveis.

A quem, portanto, o homem deve todas essas aflições, senão a si mesmos?
Remontando passo a passo a fonte dos males terrenos, reconhece-se que muitos são a conseqüência natural do caráter e da conduta daqueles que os sofrem.
O homem é, assim, num grande números de casos, o autor de seus próprios infortúnios.

O homem reconhece seus erros?
Em vez de reconhecê-los, acha mais simples acusar a sorte, a providência, a falta de oportunidade a sua má estrela.

Por que temos esse comportamento de transmitir a responsabilidade dos erros para os outros?
Assumir total responsabilidade por todas as coisas que acontecem em nossa vida, incluindo sentimentos e emoções, é um passo decisivo em direção a nossa maturidade e crescimento interior.
As pessoas que acreditam ser "vítimas da fatalidade" continuam a apontar o mundo exterior como culpado dos seus infortúnios, não sabem que são artífices de seu destino, nem se conscientizam de que o passado determina o presente, o qual por sua vez, determina o futuro.
O ser humano é o somatório das suas aspirações e necessidades, mas também o resultado de como aplica esses recursos que o podem escravizar ou libertar.
Entretanto, em virtude do axioma de que todo efeito tem uma causa, os sofrimentos são efeitos que devem ter uma causa, e desde que se admita a existência de um Deus justo, essa causa deve ser justa. Ora, a causa sendo sempre anterior ao efeito , e desde que não se encontra na vida atual, é que pertence a uma existência precedente. Por outro lado, Deus não podendo punir pelo bem que se fez, nem pelo mal que não se fez, se sofremos, é que fizemos o mal.
Quer dizer que, em virtude de uma rigorosa justiça distributiva, o homem sofre aquilo que fez os outros sofrerem.
Para bem compreendermos o papel da dor será necessário situá-la como a grande educadora dos seres vivos, com funções diferentes no vegetal, no animal e no homem, mas sempre como a impulsionadora do processo evolutivo, uma das alavancas do progresso do princípio espiritual.
O homem, alma consciente, desviada de seu destino pelo erro, necessita receber as corrigendas como a amorosa retificação do Pai, visando seu próprio bem.

Imaginemos a inexistência da dor como seria o mundo?
Caindo na acomodação , na ociosidade, no egoísmo ou na vaidade, qual a tendência do Espírito? Será a de exigir compensações indevidas, direitos sem deveres, saúde sem cuidados, esquecimento das necessidades alheias. Então a dor funciona como a grande mestra, retificando os desvios, chamando a criatura ao rumo certo.
A corrigenda será completa com a compreensão e o aproveitamento de quem sofre. Por isso se há revolta, inconformação, blasfêmia, persistência no erro, teimosia, a lição deixa de atingir sua finalidade e terá de ser repetida, quase sempre em circunstâncias mais difíceis.
A reparação consiste em praticar o bem para aquele mesmo a quem se fez o mal.
Aquele que não repara os seus erros nesta vida, por fraqueza ou má vontade, tornará a encontrar-se, numa outra existência, com as mesmas pessoas que ofendeu, e em condições escolhidas por ele mesmo para poder provar-lhes o seu devotamento, fazendo tanto o bem quanto o mal que havia feito.
A necessidade de reparação é princípio de rigorosa justiça que se pode considerar como a verdadeira lei de reabilitação moral dos Espíritos , Joanna de Ângelis no Livro Convites da Vida nos fala: a regeneração da Terra deve ter início no próprio homem, partindo das pequenas e insignificantes falhas do caráter da personalidade, fixar-se-ão diretrizes de robustez para as decisões e atitudes mais expressivas no íntimo do Espírito atribulado.

Qual, a maneira de lutarmos por essa transformação?
A educação. A educação se for bem compreendida, será a chave do progresso moral.
Quando se conhecer a arte de manejar os caracteres, como se conhece a de manejar as inteligências, poder-se-ão endireita-los da mesma maneira como se endireitam as plantas novas.
A transformação do mundo começa no coração de cada criatura que a deseja. Por isso nos ensinou o Cristo que o Reino de Deus está dentro de nós, e que não começa por sinais exteriores.

O que determina a duração dos sofrimentos de quem praticou a falta?
O tempo necessário ao seu melhoramento. O estado de sofrimento e de felicidade sendo proporcional ao grau de pureza do Espírito, a duração e a natureza dos seus sofrimentos dependem do tempo que ele precisa para se melhorar. À medida que ele progride e que seus sentimentos se melhoram seus sofrimentos diminuem e se modificam.
O autoconhecimento desempenha relevante papel no adestramento do ser para superação e perfeita sintonia com a paz.
Os sentimentos merecem análise cuidadosa, para se fazerem positivas. Sob controle e direcionamento, as emoções se tornam agentes de compensação, de alívio de tensões, de estímulos preciosos para as realizações plenificadoras.
Uma das diferenças entre quem medita e aquele que não o faz, é a atitude mental mediante a qual cada um enfrenta os problemas. O primeiro age com paciência ante a dificuldade, o segundo reage com desesperação.
Com nossa teimosia e ignorância das Leis Divinas nos rebelamos contra acontecimentos que são para o nosso próprio bem. Nessas atitudes de revolta, criamos dores desnecessárias.
Quando o Cristo disse; "Bem Aventurados os Aflitos, porque deles é o Reino dos Céus", não se referia aos sofredores em geral, porque todos os que estão neste mundo sofrem, quer estejam num trono ou na miséria extrema, mas poucos sofrem bem, poucos compreendem que somente as provas bem suportadas podem conduzir ao Reino de Deus.
Podemos entender Bem Aventurados os Aflitos os que tem a oportunidade de provar a sua fé, a sua firmeza, a sua perseverança e a sua submissão A Vontade de Deus.
A necessidade de cada um digerir os próprios problemas é indiscutível e inadiável, devendo fazer parte da agenda diária de todo aquele que desperta a consciência de si, não se permitindo agasalhar conflitos, mesmo sob hábeis camuflagens do inconsciente.
O indivíduo deve permitir-se a identificação do erro, do problema, e sem consciência de culpa digerir o acontecimento, buscando os meios para a reparação e a libertação do sentimento perturbador.
A existência física é mais do que uma aventura, constituindo-se um aprendizado metódico e continuado que se realiza através da observância dos seus programas educativos.
"Aquele que não nascer de novo, não pode ver o Reino dos Céus" disse Jesus.
Renasce agora em teus propósitos, deliberações e atitudes, trabalhando para superar obstáculos que te cercam e alcançando a antecipação da vitória sobre ti mesmo no tempo...
Em toda a situação que a vida te convide para enfrentamentos da evolução, permanece com alegria e fé que é seguro escudo nas aflições pelas quais necessitamos passar.
A reencarnação tem finalidade superior. Não apenas oferece ensejo, para reparação de males que foram praticados, mas sobretudo para conquistas de novas experiências que incorporarão ao patrimônio do Espírito para seguir Jesus por todo sempre.
A reencarnação é método para o Espírito aprender, agir, educar-se, recuperando-se quando erra, reparando quando se compromete negativamente.
Inevitável a sua ocorrência, ela funciona por automatismo da Vida, impondo as cargas de uma experiência na seguinte, em mecanismo natural de evolução.( O Ser Consciente - J.Ângelis /Divaldo P. Franco, 8ª Edição / Pág.111 )
O Espírito é conquistador do Infinito. Não basta as realizações conseguidas, sigamos além, realizando todo o bem possível no limite de nossas forças.
Mediante a transformação do indivíduo, se modificará pouco a pouco a sociedade, porquanto alguém que se ergue conduz e levanta toda a Humanidade, de cujo grupo faz parte.

Estejamos convencidos ante a Misericórdia de Deus, de que todo dia é tempo de progredir, aprender, melhorar e renovar.

Continua...

Mocidade Espírita Batuira
Marilisa de S.Valente da Silva
Outubro / 2003

 
Bibliografia:
- 30 Atividades de Educação Emocional e Intuitiva - Rita Foelker - Item:21/Pag.20 - Livro de Biologia do Ensino Médio / Amabis & Martho - Volume II. - Tempo de Renovação - Juvanir Borges de Souza - Capítulo 20 - Pag.164/165 - Renovando Atitudes - Hammed / Francisco do Espírito Santo Neto - Pag.43/44/69/70/71. - O Livro dos Espíritos - Allan Kardec - Questões:614,619,621,621 a,622,1004. - O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - Cap.V / Itens 4,6 e 18.
 
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