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Evangelização Infantil     |  07/01/2009
REMÉDIO IMPREVISTO
Tema – “O remédio imprevisto” (adaptação da lição 38 do livro Alvorada Cristã – Neio Lúcio)

Objetivo– Entender que Deus criou o trabalho para o engrandecimento da vida e que devemos trabalhar com alegria e otimismo multiplicando nossos talentos.

Personagens:
Narrador I 
Narrador II
Observação: neste texto, os narradores e o pai do Júlio terão papel fundamental para que a mensagem seja passada, portanto, deverão ser crianças desinibidas, que falem alto e com entonação.

Família I 
Pai – Alberto / Mãe – Alice / Filho de l0 anos – Júlio / Filha de 4 anos – Nina

Família II 
Pai – Rafael / Mãe – Isaura / Filho de l0 anos – Pedro / Filho de 4 anos - Bruno

Cenário: Uma sala de jantar.

CENA I:-

Os dois narradores entram, posicionam-se em um canto do palco e observam.
Julio entra em cena, movimenta-se do vídeo-game para o computador, deste para a TV,esparrama um jogo sobre a mesa e mostrando-se descontente como se nada o satisfizesse, joga-se em uma cadeira.
Os dois narradores vêem para mais perto da platéia e iniciam um diálogo:

Narrador I – Este é Júlio! Com seus l0 anos de idade, apesar de ser bem constituído, saudável, bonito, não parece estar nada bem!
Narrador II – Você acha? Mas não compreendo. Por que ele não estaria bem? Além de ser saudável, bonito, jovem, tem tudo que um garoto da sua idade gostaria de possuir; vídeo-game, computador, TV a cabo...
Narrador I – Pois é... mas observe, parece que nada o satisfaz, é como se faltasse alguma coisa!
Narrador II – Sim, mas o que?(e dirigindo-se à platéia) – alguém de vocês tem ideia do que se passa com o Julio?(se responderem ou não, ele concluirá) – ééé... é melhor observarmos um pouco mais, não acham?
Os dois voltam para um canto do palco, enquanto isto entra dona Alice, mãe de Julio, e começa a por a mesa para o almoço e pede ao menino:
Mãe – Meu filho, guarde seu jogo, por favor, preciso da mesa desocupada para servir o almoço.
Julio – Ai mãe, guarda para mim, não estou me sentindo bem!
Dona Alice coloca a mão na testa do menino, verificando a temperatura e diz:
- O que você está sentindo?
Julio – Ai, não sei, estou mal!
(Alice aflita) – Mas dói em algum lugar?
Julio – O corpo todo está ruim! Parece que as pernas e os braços estão pesados!

Mãe – Você dormiu bem?
Júlio – Ah, não muito! Ontem demorei pegar no sono e acordei muitas vezes durante a noite!
Mãe – Você não andou vendo filme de terror, não é?
Júlio – Não mãe, eu não gosto de filme de terror!
Mãe – Você está preocupado com a escola?
Júlio – Não!
Mãe – Chateado com alguma coisa ou com alguém?
Júlio – Não!
Mãe – Ah, então não é nada! Eu também à vezes perco o sono. (mãe volta a fazer as tarefas da casa enquanto isto a pequena Nina entra na sala com um jogo)
Nina – Júlio,vamos jogar?
Júlio – Não! (responde secamente)
Nina – Ah, por favor, uma só uma vez!
Júlio – Nããão! E não enche!
Nina – Mamãe, o Júlio não quer brincar comigo!
Mãe – Filho, por favor, brinca com sua irmã para que eu possa terminar de por a mesa!
Júlio – Mãe, já te falei, não estou me sentindo bem!
Mãe – Quem sabe é fome? Vem comer um pouco, talvez melhore!
Júlio – Não quero comer!Não tenho vontade!
Alice coloca Nina na cadeira e enquanto serve a menina, Alberto, o pai, entra em casa. Alice, aflita, vai logo dizendo:
Mãe – Alberto,estou tão preocupada com o Júlio! Há dias observo que ele esta desanimado!Não tem disposição para nada, nem o vídeo-game que ele gosta tanto, o atrai! Agora está se queixando de mal-estar, corpo ruim e não quer se alimentar.
Alberto – Então vamos levá-lo ao médico agora!
Enquanto saem de cena, os dois narradores vêem à frente do palco.

CENA II:-

Narrador II – Coitada da dona Alice, parece mesmo preocupada! Mas o que será que esse menino tem?
Narrador I – Não sei, não! Mas tenho um palpite!
Narrador II – É mesmo? E que palpite é este?
Narrador I – Bom, é só um palpite, e não quero me precipitar. Vamos observar outro menino!
Saem da frente do palco se posicionando a um canto, enquanto entra Pedro, carregando umas sacolas de compras:
Pedro – Mãe, cheguei com as compras!
Mãe aparece na porta do quarto e diz: - Obrigada, querido! Faz mais um favor pra mamãe! Guarda as compras no armário, enquanto termino de trocar seu irmão?
Pedro assoviando alegremente guarda toda compra e diz: - Pronto mãe!
Mãe aparece outra vez e pede: - Filho,dá uma organizada na sala, por favor!
Pedro – Está certo!!!
Pedro tira o pó, organiza, varre, mostrando alegria; toca guitarra com a vassoura, faz de microfone, canta!
Mãe entra segurando o filho pequeno pela mão e se dirige a Pedro:
Mãe – Pedro cuida do Bruno enquanto termino o almoço?
Pedro pega a mão do irmão e convida:

Pedro – Bruno, vamos atirar bola ao cesto de basquete que a vovó me deu? (saem para o quarto, e enquanto batem bola, a mãe termina o almoço, põe a mesa e chama pelos garotos):
Mãe – Pedro e Bruno venham almoçar... (sentam-se à mesa e Pedro exclama)
Pedro – Hum, bolinho de espinafre, adoro! Ah, salada de beterraba, eu quero! E mandioca também! Ai, que fome!!
Neste momento, o pai, Sr. Arlindo, entra:
Pai – Nossa, deixa um pouco para mim, eu também estou com fome! (cumprimenta a esposa e os filhos e mostra a Pedro um pacote) – Filho adivinhe o que eu trouxe! Aquele jogo que você me pediu!
Pedro – Oba, obrigado pai!
Pai – Oh, mas só vai jogar depois... (e Pedro completa) – que terminar minhas tarefas.
Pai – Bom garoto! É isso aí! Vamos lá, só para você ver como funciona.
Bruno – Posso ver também, papai?
Pai – Claro filho! (e dirigindo-se à mãe) – Isaura, é bom você também aprender para ajudá-lo, caso ele precise.
Saem os quatros em direção ao quarto. Os narradores se deslocam novamente para frente do palco.
Narrador I – E aí, o que achou?
Narrador II – Bom. O Pedro me parece bem mais alegre, disposto, bem-humorado que o Julio.
Narrador I – Percebeu mais alguma coisa?
Narrador II – interage com a platéia perguntando o que eles perceberam e vai enumerando;
O Pedro tem tarefas dentro de casa, tem horário para brincar, cuida do irmão mais novo.(e conclui) – interessante, o Julio tem todo o tempo livre para fazer o que quiser e não tem disposição para nada, está sempre triste, mal humorado! É, só pode estar doente!
Narrador I – Hum, não creio! Mas veja, Alice e Alberto estão chegando com Júlio do médico.
Afastam-se para o canto do palco, a família entra.
Mãe – Meu bem, a partir de agora, como disse o médico, vida nova! Vamos organizar seu dia, dividir horários para estudo, tarefas de casa e um tempo para brincar.
Júlio – Mãe, não gostei desse médico, não concordo com o que ele disse! Ao invés de receitar remédio ele receita trabalho?
Pai – Filho,acontece que o mal estar, a falta de apetite, o desânimo que você vem sentindo, são causados pela vida ociosa que vem levando.
Júlio – Vida, o que?
Pai – Ociosa, meu filho, é uma vida vazia. Às vezes nós, pais, por excesso de carinho, acabamos acostumando mal nossos filhos e, pensando que estamos lhes fazendo bem, não dando a eles pequenas responsabilidades e deveres que lhes competem na organização familiar, estamos, na verdade, prejudicando-os. 
Se deixarmos uma ferramenta parada, esquecida num canto, sem dar-lhe a ocupação a que se destina, ela enferruja! O mesmo acontece conosco! Se não usarmos nosso pensamento para criar e as nossas mãos para tornar essas criações uma realidade, nos sentimos inúteis, nosso corpo e nossa mente ficam doentes, entendeu?
Júlio – Acho que sim!
Pai – Venha, vou mostra-lhe que na natureza tudo trabalha, tudo tem uma utilidade! As plantas,
os animais, o sol, a água, o ar...(saem os três para fora)
Narrador II – Era este o seu palpite, que a doença do garoto era falta de trabalho?
Narrador I – Sim, o que o pai disse é a pura verdade, “o trabalho é uma lei da natureza e por isso mesmo é uma necessidade. O trabalho nos ajuda a esquecer os problemas, a superar limitações, a concretizar ideais! Resumindo, “o trabalho é, ao lado da oração, o mais eficiente remédio contra o mal.”
Neste instante entra uma criança e interrompe os narradores dizendo:
- Me deem licença! É que estão aí fora algumas crianças dizendo que você não disse tudo sobre o trabalho.
Narradores – É mesmo? Então, que entrem as crianças!
Crianças das salas menores, vestidas com avental, lencinhos na cabeça (opcional) carregando vassouras, regadores, espanadores, louça, esponja, pano de prato, cantarão, movimentando-se pelo palco:
“Gosto de Ajudar”

Gosto de ajudar
Porque me faz contente
Eu vou lavar a louça
Mamãe ficará sorridente
Gosto de ajudar
Porque me faz contente
Eu vou regar as plantas...
Eu vou varrer a casa...
Eu vou enxugar a louça...
Eu vou dar banho no totó...

Eu vou ver meus amigos 
Assim ficarei sorridente.

Todos entram no palco e os maiores dizem:
“Trabalho também é... – e os pequenos completam bem alto – “alegria!!!”

Maria Sueli Bertoldi Pereira - Beatriz Rezende
Coordenadora do Depto. De Evangelização
Julho / 2009
 
Bibliografia:
• Allan Kardec – Livro dos Espíritos – questões 674,677 
• Neio Lúcio – Mensagem do pequeno morto – cap. XV
• Joanna de Angelis – Repositório de Sabedoria - Trabalho
 
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