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Evangelização Infantil     |  03/01/2005
ANO NOVO
Tema: Ano Novo
Idade: 07-08 anos

Objetivos:

-entender que a esperança de mudanças tão esperadas no ano que chega deve acontecer a cada dia de nossa vida;
-refletir que sem ações as mudanças não acontecem.

Incentivação: contar a história " A Estrela que Ficou".

Desenvolvimento: através de diálogo refletir com as crianças que o que não gostamos em nossa vida ou no mundo, só se modificarão podemos não por ação nossa.Podemos gostar ou não concordar com determinadas situações mas, também não agimos para que elas mudem. Então, postergamos ações como as promessas que se fazem para o Ano Novo mas, o que desejamos só se tornará realidade com atitudes. Citar como exemplos, coisas corriqueiras do dia-a-dia das crianças:

● se eu escovar melhor os dentes vou ter menos cáries;
● se eu estudar mais vou passar direto;
● se eu ajudar mais em casa, meus pais ficarão mais descansados;
● se eu ajudar de alguma forma uma família carente serão menos necessitados na Terra;
● etc, etc, como a estrelinha Esperança que resolveu "por a mão na massa"!

Fixação: atividades:
- dobraduras de estrelas coloridas
- desenhos enfatizando as ações que pretendem trabalhar com eles mesmos

A Estrela que Ficou

(adaptação da lenda oriental inspirada no poema " As Estrelas Sobre a Terra", do poeta polonês Felix Zamenhof. O poema encontra-se na Drestomatio de la Lingvo Esperanto)

Certa vez, as estrelinhas do céu resolveram deixar as alturas em que vivem. Deixariam o céu e viriam todas para a Terra.
           - Vamos para a Terra! Vamos para a Terra! - gritavam, com alegria, as estrelinhas do céu - Na Terra há mares, há rios e há florestas! Na Terra há frutos, há flores e há perfumes. Vamos todas para a Terra!
           As estrelinhas dirigiram-se então, ao Senhor dos Mundos pedindo permissão para descerem à Terra, o que foi concedido.
           E todas as estrelas por ordem de Deus, desceram do céu e vieram para a Terra.
           Houve, nesse dia, ao cair da noite, uma chuva maravilhosa de estrelas.
No céu só ficaram o sol, a lua e um cometa rabugento, de cauda comprida, que não quis descer.
           Mas as estrelinhas desceram.
Desceram e encheram a Terra. Espalharam-se por toda parte. Pelos campos, pelas praias, pelas estradas e pelos jardins.
           Havia estrelinhas brancas, azuis, verdes, roxas e amarelas. Havia até (vejam só) uma estrelinha furta-cor!
           Que beleza!
Algumas ficaram bem quietinhas, a cintilar, no alto das torres; vieram outras pousar nas fontes, nos repuxos, ou saltitar entre as flores e iluminar os bosques.
           As mais pequeninas, brincalhonas, apostavam corrida com os vagalumes; outras iam devagarinho assustar os sapos que cochilavam tranquilos entre as pedras junto das lagoas.
           Que alegria para as crianças! Que alegria!
Mas no fim de poucos dias as estrelinhas começaram a fugir da Terra, aos grupos, aos bandos. Deixavam a Terra e voltavam para o céu. Voltavam a brilhar lá em cima, para além das nuvens, para além da lua.
           O Senhor dos Mundos interrogou-as:
           - Senhor! Vi tanta maldade na Terra que fiquei triste. Muito triste.E resolvi voltar para o céu.
           Outras estrelas, sendo interrogadas disseram:
           - Na Terra, Senhor, vi egoísmo, vi ingratidão! Vi filhos falando grosseiramente com seus pais! Vi fracos perseguidos e espancados pelos fortes. Meu coração ficou abalado. E, por isso, e só por isso, resolvi voltar para o céu.
           - E você? - perguntou ainda o Senhor a uma terceira estrela -            E você? Por que voltou?
           - Senhor - respondeu a estrelinha - na Terra, durante os três dias que lá passei, vi homens ricos sem piedade; vi enfermos abandonados; velhos sem lar que vivem famintos, na miséria. Vi crianças andrajosas que mendigam pão pelas ruas. Tudo isso encheu de mágoa o meu coração. Resolvi voltar. Voltar para o céu.
           Uma estrelinha amarela seguida de outras três (que eram suas irmãs) voltava também. O Senhor perguntou-lhe:
           - Que viu você na Terra, estrelinha amarela? Por que voltou?
           Respondeu, cheia de funda mágoa:
           - Sofri com isso um profundo abalo. Que tristeza! Homens ateus, sem fé, que não acreditam em Deus! Deixei a Terra e resolvi voltar para o céu.
           E assim, todas as estrelinhas, por terem visto maldades na Terra, voltaram para o céu.E cada uma, ao chegar, ia muito quietinha, retomar o seu antigo lugar no meio das constelações.
           O Senhor achou que devia contá-las. E contou-as, uma a uma! Dessa conta, uma a uma, foi até vinte mil e seis.
           - Vinte mil e seis! O Senhor estranhou e disse:
           - Que é isso? Essa conta não está correta. Desceram vinte mil e sete estrelinhas! Falta uma estrelinha!
           - Sim, sim - confirmou uma estrelinha azul que estava perto - Falta uma estrelinha. Houve uma companheira que não quis voltar. Resolveu ficar para sempre, entre os homens.
           - Que estrela foi essa? Qual foi a estrela que não voltou?
A estrela azul, falando muito baixinho, respondeu:
           - Escuta, Senhor ! Foi a Esrela Verde da Esperança, nossa boa amiga e companheira, a única que não voltou...Ficou...
           A Estrela Verde da Esperança !
           - É por isso, que os homens, todos os homens, nos momentos mais tristes da vida, nos momentos de perigo, de dor, ou de alfição nunca perdem a esperança...
           - É que a estrelinha da Esperança, nossa boa amiga, deixou o céu e veio (diz a lenda) viver na Terra e vive, para sempre, no coração dos homens.
           - Foi a única que ficou...

Fixação: atividades:
- dobraduras de estrelas coloridas
- desenhos enfatizando as ações em que pretendem estar trabalhando, colando as estrelas.

Beatriz de Almeida Rezende
Janeiro / 2005
 
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