Untitled Document
 
Olá! CONECTE-SE AO CEBATUIRA ou CADASTRE-SE!
Untitled Document
Sua cesta está vazia
Rua Rodriges Alves, 588
Ribeirão Preto - S.P.
Cep: 14050-090 - Vila Tibério

Centro Espírita Batuíra Favoritos Centro Espírita Batuíra FACEBBOK
 Home   Centro Espírita   Loja Virtual   BELE   Estudos   Efemérides   Mensagens   Onde Estamos   Contato 
 
Estudos Imprimir Indique voltar
Evangelização Infantil     |  01/11/2001
CONVIVER COM AS DIFERENÇAS – PRECONCEITO
Aula preparada para turma de 7-8 anos
Tema: Conviver com as Diferenças – preconceito

Objetivo: desenvolver respeito ao semelhante

Incentivação: levar em uma sacola um sapo de brinquedo; pedir que cada um , através do tato, procure adivinhar o que tem dentro da sacola; depois que adivinharam perguntar quem gostaria de imitar um sapo.

Desenvolvimento:

● contar a história " O Sapinho Quá - Quá "
● refletir com eles, no decorrer da história: o fato de Quá - Quá ser diferente o tornava melhor ou pior que os irmãos ? Alguma vez vocês foram criticados ou discriminados
( explicar o significado dessas palavras ) por serem diferentes dos demais ?
O que sentiram ?
● deixar que relatem suas experiências, ressaltando a importância de não fazermos aos outros o que não queremos para nós; que todos temos algum tipo de deficiência; que não devemos julgar ou criticar alguém pela aparência ou por alguma dificuldade que traga.
● concluir explicando que cada um de nós é único e especial; que ninguém vive sozinho; que necessitamos de algum modo uns dos outros; que onde paramos o outro continua; que somos seres inter-relacionados onde um oferece a mão ao outro formando a grande marcha do crescimento universal.

Fixação: colagem em uma cartolina de pessoas diferentes em torno do slogan: " cada ser é único e especial ".


O Sapinho Quá-Quá 
Quá-Quá era um sapinho 
Junto com os manos, nascidos na mesma ninhada, viera até o brejo para os primeiros saltos. 
A alegria era geral. 
Quá-Quá, porém, chegava sempre por último. 
- Agora, dizia já a mamãe-sapo, vocês verão como se dá o primeiro salto. 
E tomando posição , ela pulou. 
Aquilo foi uma festa para todos. 
- Bem- ponderou a mãe-sapo-, já que aplaudiram é porque aprenderam a lição. Vamos, portanto, todos pular. Um de cada vez. 
Cada um escolhia uma direção e ...zapt ! 
Quando chegou a vez de Quá-Quá, já que todos haviam saltado, ficaram a olhá-lo. E o pobrezinho abaixa-que-abaixa, ensaia-que-ensaia e ...zapt ! 
Zapt e ...plaft ! 
Dá com o nariz numa árvore. 
Foi só sapinho que caiu pelo chão, de barriga para cima, rebentando de tanto dar risada com o desastroso pulo de Quá-Quá. 
- Outra vez! – exigiu a mamãe-sapo. 
Quá-Quá ensaiou...ensaiou e ...zapt ! 
Zapt e ...plaft! 
Novamente esfolou-se numa árvore ! 
Todos os sapinhos caíram na gargalhada. 
A mãe-sapo, nessa altura, ralhou por silêncio. 
Aproximou-se preocupada de Quá-Quá. 
Olhou bem no fundo dos olhos do sapinho. 
Ora essa! – lastimou-se desconcertada.- Não há de ver que Quá – Quá tem um defeito na vista ! 
Sem perda de tempo, procuraram Coim-Coim. 
O velho Coim-Coim, em cuja sabedoria e experiência todos confiavam, depois de examinar e examinar o sapinho, concluiu que, pela primeira vez, estava diante de um batráquio que precisava de óculos. 
Um sapo de óculos! – resmungou, coçando o cocuruto. 
E não houve jeito. 
Quá-Quá passou a usar óculos. 
Acontece, porém, que por mais se caprichasse no estilo da armação dos óculos, não conseguiam fazê-la parar no lugar. 
Era ensaiar um pulo e ... ploft... caíam os óculos ao chão ! 
Quá-quá, dessa forma, não podia mesmo saltar. 
E um sapo que não salta, era logo ridicularizado pelos próprios irmãos, contra a vontade da mamãe-sapo. Os danadinhos, mesmo sabendo das dificuldades d visão de Quá-Quá, não perdiam vaza de aborrecê-lo de todas as formas. 
O pobrezinho sentia-se muito, muito infeliz. 
Um dia, os sapinhos combinaram brincar na lagoa Cuidado com o Nico! – advertiu a mãe-sapo -. Aquele menino prende numa gaiola quanto sapinho encontre... e não solta nunca mais ! 
Tomaremos cuidado, mamãe. 
Ela , contudo, não ficou satisfeita. 
Se ele aparecer... sumam depressa ! 
Faremos isso, mamãe. 
E lá se deram pressa de ir para a lagoa. 
O pobre do Quá-Quá, mal-ajeitado em seus óculos, não quis perder a oportunidade de acompanhá-los à lagoa, E, por não saltar igual aos outros, seguia o alegre grupo, muitos e muitos metros para trás. 
Vez por outra, ouvia os irmãozinhos: 
Olhe que o Nico o pega! 
Troçavam com o seu defeito. 
Quando na lagoa, todos mergulhavam na água branquinha, e se entretinham a brincar de esconde-esconde nas pequenas ilhas e nos arbustos que ali cresciam. 
Quá-Quá, de óculos, ficava à margem. 
Ninguém se lembrava dele. 
Num momento, porém, Quá-Quá tomou posição. 
Ajeitou-se para um grande salto, derrubando os óculos e, mesmo assim, corajosamente se arremessou sem direção certa e...zapt ! 
Caiu junto de seus manos. 
-Nico! Nico vem vindo! – falou quase sem fôlego. 
Os irmãos, apavorados, só então ouviram as pisadas do menino, já muito perto, que voava na direção em que eles se encontravam. 
Foi um corre-corre. 
Nico andou de um lado para outro, com sua terrível gaiola a balançar nas mãos, mas todos os sapinhos estavam muito quietos, tremendo e suando, escondidinhos, escondidinhos, assim como a mamãe-sapo mandara. 
Ele cansou de procurar. 
Naquele dia, não apanhou nenhum sapinho. 
Depois de muito tempo, quando se afastou ,todos saíram de seus esconderijos, mais aliviados e se reuniram em torno de Quá-Quá. 
-Puxa! – exclamou um dentre eles – Se não fosse Quá-Quá ! 
Todos, então, puseram-se a procurar os óculos de Quá-Quá e, quando voltaram para casa, contaram tudo o que acontecera à sua mãe. 
A mãe-sapo, após ouvi-los, disse-lhes: 
-Aí está, meus filhos! Ninguém deve ser desprezado, por este ou aquele defeito que traga! Se dum lado faltou visão a Quá-Quá, por outro passou a ter tão bons ouvidos que é capaz de ouvir mais do que todos juntos. 
Eles concordaram. 
-Ah! Se não fosse Quá-Quá ! 
A partir daquele dia, os sapinhos, quando iam a algum lugar, sempre convidavam Quá-Quá para fazer-lhes companhia. Pulavam um pouco menos e, assim, iam juntos. 
Quá-Quá, de óculos, vigiava por eles!

Beatriz de Almeida Rezende. 
Novembro / 2001
 
Bibliografia:
Do livro de Roque Jacintho " O Peixinho Azul ".
 
ENVIE SEU COMENTÁRIO
ADICIONAR AOS FAVORITOS
 
Documento sem título
 
  Menu
  Estudos
 Estudos Obras Básicas
ESTUDOS BATUIRA  O Livro dos Espíritos
ESTUDOS BATUIRA  O Livro dos Médiuns
ESTUDOS BATUIRA  O Evangelho Segundo o Espiritismo
ESTUDOS BATUIRA  O Céu e o Inferno
ESTUDOS BATUIRA  A Gênese
 Estudos sobre evangelização e mocidade
ESTUDOS BATUIRA  Evangelização Infantil
ESTUDOS BATUIRA  Mocidade Espírita Batuira
 Estudos temáticos
ESTUDOS BATUIRA  Estudo Evangélico
ESTUDOS BATUIRA  Ciência Rumo ao Espiritísmo
BATUIRA RIBEIRAO PRETO Home
BATUIRA RIBEIRAO PRETO Centro Batuira
BATUIRA RIBEIRAO PRETO Loja Virtual
BATUIRA RIBEIRAO PRETO BELE
BATUIRA RIBEIRAO PRETO Bazar
BATUIRA RIBEIRAO PRETO Mensagens
BATUIRA RIBEIRAO PRETO Poesias
BATUIRA RIBEIRAO PRETO Reflexões Espíritas
BATUIRA RIBEIRAO PRETO Coral
BATUIRA RIBEIRAO PRETO Batuira em Coral
BATUIRA RIBEIRAO PRETO Contato
BATUIRA RIBEIRAO PRETO Onde estamos
BATUIRA RIBEIRAO PRETO Calendário C.E.B.
BATUIRA RIBEIRAO PRETO Programação Especial
BATUIRA RIBEIRAO PRETO Mapa do site
BATUIRA RIBEIRAO PRETO Canal Batuira
BATUIRA RIBEIRAO PRETO Galeria de Fotos
BATUIRA RIBEIRAO PRETO Meu Cadastro
BATUIRA RIBEIRAO PRETO Meus favoritos
BATUIRA RIBEIRAO PRETO Meus Pedidos
BATUIRA RIBEIRAO PRETO Minhas Participações
   
   
   
 
 
Receba nosso Newsletter
Receba nossas mensagens, calendário e estudos por e-mail
enviar
 
Rua Rodriges Alves, 588
Ribeirão Preto - S.P.
Cep: 14050-090 - Vila Tibério
  Centro Espirita Batuira Favoritos   Centro Espirita Batuira FACEBBOK
 Copyright 2014 | Centro Espírita Batuira- Todos os direitos reservados.          by vianett