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A Gênese  |  Caráter da Revelação Espírita   |  Capitulo I   |  01/02/2002
CARÁTER DA REVELAÇÃO ESPÍRITA VII
OS MILAGRES E AS PREDIÇÕES SEGUNDO O ESPIRITISTMO

Por ALLAN KARDEC autor de O LIVRO DOS ESPÍRITOS

CARÁTER DA REVELAÇÃO ESPÍRITA (VII) 

 Pelas relações que hoje se podem estabelecer com aqueles que deixaram a Terra, em razão do fenômeno chamado morte, obtêm-se a prova material não só da existência e da individualidade da alma com também se compreende a solidariedade que liga os chamados vivos com os chamados mortos deste mundo e os deste mundo aos outros planetas. Pode-se conhecer a situação deles no mundo dos Espíritos, acompanhá-los em suas migrações e apreciar-lhes as alegrias e as penas; sabe-se a razão porque são felizes ou infelizes e a sorte que lhes está reservada, conforme o bem ou o mal que fizeram. Essas relações dão ao homem o conhecimento da vida futura, que ele pode observar em todas as suas fases, em todas as suas peripécias : o futuro já não é uma vaga esperança: é um fato positivo, uma certeza matemática. Desde então a morte nada mais tem de aterrador, por lhe ser a libertação, a porta da verdadeira vida. 
            
O estudo da situação dos Espíritos revela ao homem que a felicidade ou a infelicidade na vida espiritual, após a morte, são resultantes do grau de perfeição e de imperfeição e que cada qual sofre as conseqüências diretas e naturais de suas faltas , conseqüências essas que duram tanto quanto a causa que as produziu e que por isso o culpado continua sofrendo sempre se persiste no mal e que o sofrimento cessa com o arrependimento e a reparação. Assim, o aperfeiçoamento depende de cada um que, em virtude do livre-arbítrio, pode prolongar ou abreviar seus sofrimentos. 
            
Ao contrário, a idéia de penas eternas, irremissíveis, é repelida pela razão, por ser incompatível com a bondade e a justiça de Deus. Por outro lado, a razão se inclina diante dessa justiça distributiva e imparcial, que leva tudo em conta, que nunca fecha a porta ao arrependimento e estende constantemente a mão ao náufrago, em vez de empurrá-lo para o abismo. 
            
O Cristo estabeleceu, no Evangelho, o princípio da pluralidade das existências, sem todavia defini-lo, como fez com muitos outros. Esse princípio é uma das mais importantes leis reveladas pelo Espiritismo que lhe demonstra a realidade e necessidade para o progresso. Com esta lei o homem explica as aparentes anomalias da vida humana; as diferenças de posição social; as mortes prematuras que, sem a reencarnação, tornariam inúteis à alma as existências breves; a desigualdade de aptidões intelectuais e morais, pela ancianidade do Espírito que mais ou menos progrediu, e traz, nascendo, o que adquiriu de suas existências anteriores. 
            
Já com a doutrina da criação da alma no instante do nascimento, cai-se no sistema das criações privilegiadas; os homens são estranhos uns aos outros, nada os liga, os laços de família são puramente carnais; não são, de nenhum modo solidários com um passado em que não existiam; coma doutrina do nada após a morte, todas as relações cessam com a vida; os seres humanos não são solidários no futuro. Pela reencarnação são solidários no passado e no futuro e, como as suas relações se perpetuam, tanto no mundo espiritual quanto no corporal, a fraternidade tem por base as próprias leis da Natureza; o bem tem um objetivo e o mal tem conseqüências inevitáveis. 
            
Com a reencarnação, desaparecem os preconceitos de raças e de castas, pois o mesmo Espírito pode tornar a nascer rico ou pobre, capitalista o proletário, chefe ou subordinado, livre ou escravo, homem ou mulher. Contra a injustiça da servidão e da escravidão, contra a sujeição da mulher à lei do mais forte, não há nenhum argumento que prime, em lógica, ao fato material da reencarnação. Se, pois, a reencarnação funda, numa lei da Natureza o princípio da fraternidade universal, também funda, na mesma lei o da igualdade dos direitos sociais e, por conseguinte o da liberdade.

Denizart Castaldeli 
Fevereiro / 2002
 
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