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O Evangelho Segundo o Espiritismo  |  Servir a Deus e a Mamom   |  Capitulo XVI   |  02/09/2013
PARÁBOLA DO MAU RICO
“Havia um homem rico, que se vestia de púrpura e de linho, e que todos os dias se banqueteava esplendidamente. Havia também um pobre mendigo, por nome Lázaro, todo coberto de chagas, que estava deitado à sua porta, e que desejava fartar-se das migalhas que caíam da mesa do rico, mas ninguém lhas dava; e os cães vinham lamber-lhe as úlceras.
Ora, sucedeu morrer esse mendigo, que foi levado pelos anjos ao seio de Abraão. E morreu também o rico, e foi sepultado no inferno.
E quando ele estava nos tormentos, levantando os olhos, viu ao longe Abraão e Lázaro no seu seio.
E gritando ele disse: Pai Abraão, compadece-te de mim e manda cá Lázaro para que molhe em água a ponta do seu dedo, a fim de me refrescar a língua, pois sou atormentado nesta chama.
E Abraão lhe respondeu: Filho, lembra-te de que recebestes os teus bens em tua vida, e de que Lázaro não teve senão males; por isso está ele agora consolado, e tu em tormentos.
Além disso, entre nós e vós há um grande abismo, de maneira que os que querem passar daqui para vós não podem, nem os daí passar para cá.
E disse o rico: Pois eu te rogo, Pai, que o mandes à casa de meu pai, pois tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunho, e não suceda venham também eles parar neste lugar de tormentos.
Abraão lhe disse: Eles já têm Moisés e os profetas; ouçam-nos.
Disse o rico: Não, Pai Abraão, se for a eles algum dos mortos, hão de fazer penitência.
Abraão, porém, lhe respondeu: Se eles não dão ouvidos a Moisés e aos profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite algum dos mortos.” ( Lucas, XVI: 19 A 31.)

Esta parábola de Jesus demonstra, mais uma vez, a verdade que está no lema do espiritismo: “Fora da caridade não há salvação”.

Jesus não diz que o rico era um homem mau, prejudicava os outros, era orgulhoso, vaidoso, mostra-o usufruindo de prazeres materiais, que a fortuna lhe permitia, não se importando com os que não considerava seus iguais.

Aceitava ter o direito de usar sua fortuna, conforme lhe aprouvesse, não se julgando responsável pelos que viviam à margem do dinheiro e das facilidades que ele dá aos homens que o possuem.

Pensava somente em si, na satisfação de aproveitar o que a vida lhe dava Era um mau rico, porque não usava seus bens provisórios em favor dos outros e da comunidade.

Lázaro, pobre, doente, sem poder trabalhar, sem ninguém, mendigava para sobreviver, almejando apenas as migalhas que caíam da mesa do rico e que ninguém lhe dava. Não lamentava, não recriminava Deus e os homens pelos seus infortúnios, fez apenas o que podia fazer, e, com humildade, mendigava.

Ambos desencarnaram e a situação se inverteu. O rico foi para uma região trevosa, sentindo os sofrimentos da fome, da sede, das dores, que não conhecera em vida, mas que deveria conhecer quando saía de sua casa, vendo como viviam os outros.

Lázaro, que nenhum prazer pudera usufruir na sua vida, e que, por certo, respeitava as leis divinas, estava em uma região de paz, de harmonia de felicidade, e o rico, olhando para o alto, o viu juntamente com o Pai Abraão.

Não se surpreendeu, pediu alívio para seus males, aceitou a resposta de Abraão, e, numa demonstração de amor aos seus familiares, pediu que Abraão mandasse Lázaro até a casa de seu pai, a fim de comprovar-lhe e a seus irmãos, a continuidade da vida e a existência das penas e recompensas após a morte.

Nesse pedido, fica claro que os judeus sabiam que as almas dos mortos podiam se manifestar aos homens.

Na frase “Eles têm Moisés e os profetas”, a quem deviam ouvir e seguir, penso ficar evidenciado que sempre, cada povo, recebeu Espíritos missionários que vieram auxiliá-los com ensinamentos adequados ao seu grau de evolução, que lhes poderiam ser úteis durante alguma tempo, sendo mais tarde ampliados ou aprofundados, pela possibilidade de maior entendimento.

Sempre houve revelações, vindas do mais Alto, para auxiliar o desenvolvimento dos homens na Terra. E sempre - como hoje ainda há – houve os que as rejeitaram por falta de amadurecimento espiritual, ou pelo apego aos valores materiais, ou por falta de vontade do esforço e trabalho que toda transformação exige.

Para esses, é atualíssima a frase: “Se não ouvem a Moisés e aos profetas tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscita alguém dentre os mortos.”

Por isso, Allan Kardec afirma que a filosofia espírita atrai muito mais os homens, tornando-os espíritas, do que os fenômenos mediúnicos.

Tantos missionários vieram em nome de Jesus e de Deus, em todos os lugares do mundo, e muitos e muitos continuam pensando que viver é procurar satisfazer, doa a quem doer, seus desejos egoísticos, esquecidos dos que sofrem ao seu redor, dos que pouco ou nada possuem.

Cairbar Schutel, no seu livro Parábolas e Ensinos de Jesus, no estudo dessa parábola, diz que Lázaro representa os excluídos dos direitos humanos, que sofrem as vicissitudes com paciência e resignação, sem revoltas, sem culpar outros, dando de si o que pode para melhorar a situação, porque confiam em Deus, no seu amor e na sua justiça, certos de que o futuro será melhor.
O rico da parábola representa os que cuidam das necessidades do corpo e esquecem-se das necessidades do Espírito. Vivem somente para si, na satisfação das suas necessidades físicas e materiais. São os escravos do mundo, dos seus valores e prazeres, despreocupados da vida além-túmulo, porque não a esperam.

Leda de Almeida Rezende Ebner
Setembro / 2013
 
Bibliografia:
KARDEC, Allan - “O Evangelho Segundo o Espiritismo”

 O CENTRO ESPÍRITA BATUIRA esclarece que permanece divulgando os estudos elaborados pela Sra Leda de Almeida Rezende Ebner após o seu desencarne, com a devida AUTORIZAÇÃO da família e por ter recebido a DOAÇÃO DE DIREITOS AUTORIAIS, conforme registros em livros de Atas das reuniões de diretoria deste centro.
 
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