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O Livro dos Espíritos  |  Capítulo III - Criação     |  01/09/2011
PLURALIDADE DOS MUNDOS (QUESTÃO 55 A 58) - CONCLUSÃO - 4
             Contendo os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da Humanidade (Segundo o ensinamento dos Espíritos superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec)

Livro Primeiro: As Causas Primárias
 
Cap. III - Criação

V - Pluralidade dos Mundos (q. 55 a 58)

- Conclusão 4- continuação

             Adentramos nesse estudo à segunda interpretação possível de “as muitas moradas da casa do Pai”.

As diversas zonas espirituais superiores e inferiores além das fronteiras físicas têm vida palpitando na mesma intensidade das metrópoles humanas, e são regiões onde vivem seres errantes à espera de novos reencarnes, e esses mundos lhes servem temporariamente de habitação. São mundos de posições intermediárias, de acordo com a natureza dos Espíritos que poderão ter ou não acesso a determinado núcleo, colônia, correspondentes ao teor evolutivo deles.
             
Esses mundos intermediários ou transitórios (RE – 1858 – 137) são moradas de Espíritos errantes, que os habitam a fim de refazerem forças, podendo daí afastar-se, tão logo o desejem. Enquanto aí se detém, progridem, estudam. Não há neles Espíritos encarnados – só desencarnados. A constituição é análoga a de outros planetas, mas sua superfície é estéril, porque aqueles que aí habitam de nada precisam. Essa esterilidade, porém, não é permanente, e sim transitória, assim como a própria Terra durante estágios de sua formação, já esteve como mundo transitório. Em nosso sistema planetário não há desses mundos.
             
Nada é inútil ou sem função na Natureza; todas as coisas têm um fim; nada é vazio, tudo é habitação; a vida está em toda parte.
             
Assim, durante a longa série de séculos decorridos antes do aparecimento do homem na Terra, durante os longos períodos de transição atestados pelas camadas geológicas, antes mesmo da formação dos primeiros seres orgânicos, sobre a massa informe em que no caos tudo se confundia, havia vida, seres que não tinham nossas necessidades ou sensações físicas, mas que ali se refugiavam, sob a previdência de Deus, dando utilidade a esse mundo em estado imperfeito.
            
“(...) Entre os milhares de mundos que circulam na imensidão, por que só um, dos menores, perdido na imensidão, tem o privilégio exclusivo de ser povoado? Qual seria a utilidade dos outros? Deus os teria criado apenas para deleitar o nosso olhar?           
Suposição absurda, incompatível com a sabedoria que brilha em todas as suas obras.           
Ninguém contestará haja nessas ideias dos mundos ainda inadequados à vida material e, portanto, povoados por seres vivos adequados ao meio, algo de grandioso e sublime, onde talvez se encontre a solução de mais de um problema”.

Essas regiões, núcleos, colônias espirituais nos mais diferentes graus evolutivos, assemelham-se desde simples postos a verdadeiras cidades, que podem se caracterizar por clima, local de ignorância e sofrimento, até lugares de entendimento e felicidade.
             
Livros da série André Luiz assim o demonstram. Em “Libertação”, descreve-nos um desses núcleos na sua feição inferior, enquanto que em “O Mundo Maior”, apresenta-o como colônia de estudo. Já no livro “Voltei”, o Irmão Jacó descreve um agrupamento elevado.
             
Em síntese, de tudo se depreende o progresso, a evolução como lei da Natureza, a qual estão submetidos todos os seres da criação, quer sejam animados ou inanimados. Tudo deve se engrandecer e prosperar.
             
A própria destruição, que pode parecer aos homens o termo das coisas, não é senão um meio de atingir, pela transformação, um estado mais perfeito, porque, tudo morre para renascer e coisa alguma se reduz ao nada.
             
Ao mesmo tempo em que os seres vivos progridem moralmente, os mundos que eles habitam progridem inclusive materialmente.
             
Se fosse possível seguir um mundo em suas diversas fases, desde os seus primeiros instantes, ver-se-ia uma escala incessantemente progressiva, entretanto, acontecendo em graus insensíveis a cada geração, oferecendo aos seus habitantes morada mais agradável, à medida que avançam na senda do progresso. Desse modo, esses mundos caminham paralelamente ao trabalho que o homem faz consigo, arrastando nesse renovar, animais, vegetais, habitação etc.
              
“(...) A Terra, seguindo essa lei, esteve materialmente e moralmente num estado inferior ao que está hoje, e atingirá sob esse duplo aspecto, um grau mais avançado. Ela atingiu um dos seus períodos de transformação, em que, de mundo expiatório, tornar-se-á mundo regenerador; então os homens serão felizes, porque a lei de Deus nela reinará”.

Continua...

Leda Marques Bighetti
Setembro / 2011
 
Bibliografia:
- Santo Agostinho – Paris – 1863 – O Evangelho Segundo o Espiritismo - O Evangelho Segundo o Espiritismo / 
Allan Kardec - Cap. III e a Gênese cap. VI. / Allan Kardec
 
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