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O Livro dos Espíritos  |  Capítulo III - Criação     |  01/07/2011
PLURALIDADE DOS MUNDOS (QUESTÃO 55 A 58) - CONCLUSÃO - 2
             Contendo os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da Humanidade (Segundo o ensinamento dos Espíritos superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec)

Livro Primeiro: As Causas Primárias
 
Cap. III - Criação

V - Pluralidade dos Mundos (q. 55 a 58)

             - Conclusão (2) - Continuação

Quando nenhuma dessas maravilhas da Natureza existiam, como hoje as conhecemos, ainda assim, havia um nascedouro dos mundos em virilidade e plenitude de vida.
             
O Universo, como que uma criança, mas já revestido das leis inerentes à sua formação, onde a matéria viscosa submetida às leis, forças, condições e combinações mais variadas, dá, sucessivamente, origem a turbilhões de aglomerações desse fluido, amontoados de matéria nebulosa, que se partem, se rompem, deslocam-se e modificam-se ao infinito, gerando nas regiões incomensuráveis da amplidão diversos centros energéticos, em criação simultânea e sucessiva.
             
Em virtude das forças que predominaram sobre um ou outro e das circunstâncias e necessidades, muitos desses centros primitivos, tornaram-se focos aptos a uma vida especial: uns, disseminados no espaço e mais rico em força atuante, desde logo começaram sua participação na vida astral; outros, desenvolveram-se com extrema lentidão, ou de novo ainda, se dividiram em outros centros secundários.
             
Nesse tempo, a Terra não existia; nem mesmo o Sistema Solar havia começado suas evoluções para vida planetária, e no entanto, esplendorosos sóis iluminavam; já planetas eram habitados, dando condições de vida e existência a multidão de seres, predecessores estes da carreira humana.
            
 Atrás e à frente, sempre a eternidade, na qual o espaço é teatro dessa inimaginável sucessão e simultaneidade da criação.
             
Nebulosas, que mal percebemos como pontos longínquos, são aglomerações de sóis em vias de formação; outras são Vias Lácteas de mundos habitados, enquanto outros são sede de catástrofes e de perecimento.
             
Está, portanto, o Sistema, a Terra, colocada no meio, ao lado, dentro, entre uma infinidade de criações anteriores, contemporâneas e ulteriores, evidenciando que a criação universal não se restringe ao aqui ou ali.
             
Assim, no espaço infinito do tempo eterno, a matéria cósmica, se condensou sob forma de imensa nebulosa. Em virtude das leis universais que regem a matéria, principalmente a atração, adquire a forma esférica, esta a única possível à matéria insulada no espaço.
             
O movimento circular, produzido pela gravitação e rigorosamente igual de todas as zonas em direção ao centro, foi modificando essa esfera primitiva. Em consequência ainda dessa rotação, novas forças surgiram com tendência a reunir todas as partes no centro (centrípeta), enquanto outras tentavam afastá-las do centro (centrífuga).
             
Acelerando-se o movimento e à medida que a nebulosa se condensa aumentando seu raio, a forma aproxima-se da lenticular. A força centrífuga, afastando as partes do meio, predomina, fazendo que várias massas se destaquem da primeira, entretanto, submetidas ao seu império.
             
Essas massas destacadas conservam seu movimento em torno da massa geratriz, e no movimento de translação continua a girar em torno do seu próprio eixo (rotação).
             
Num tempo imenso, essa geratriz condensada, readquire a forma esférica. O calor ainda é intenso. Esse processo, complexo e minucioso, que vimos de forma tão simples, repete-se inúmeras vezes, durante longo período, até que depois de extrema lentidão, atenua-se o calor; torna-se ela densa e sólida o bastante para não mais modificar sua forma.
             
Deu ela assim, nesse processo, forma não só a um astro, mas a centenas de mundos destacados do foco central, cada um revestido de forças naturais que presidiram a criação dos universos e que gerarão por sua vez, outros globos que gravitarão em torno de um foco que lhe deu existência e vida.
             
Cada um desses mundos será um sol, centro de um turbilhão de planetas, com tipo de vida característica, própria, particular, embora dependentes do astro que a gerou.
             
Um desses planetas, resultante de toda essa ação será a Terra, que também antes de resfriar, de se revestir de uma massa sólida, dará pelo mesmo processo, nascimento à Lua, seu satélite, ambos a vibrar como tantos outros no concerto universal dos mundos.
             
A Via Láctea, estrada de poeira, planetas e sóis, além do Sol que nos ilumina e que é cotado como uma estrela velha, de quinta grandeza, contam-se cem bilhões de sóis, cem bilhões de estrelas, existindo no Universo todo cerca de dez bilhões de galáxias espirais, elípticas e irregulares.
             
Face a esses raciocínios, Joanna de Angelis em “No Limiar do Infinito – 2” – estabelece o seguinte raciocínio:
            
 “(...) examinando o Sol que é uma estrela envelhecida de quinta grandeza a sustentar nove planetas, conhecidos por enquanto, e que os mantém com a sua energia, fazem crer que neste universo de sóis mais poderosos, se lhes fossem dados, dois planetas apenas para cada um, teríamos duzentos bilhões em movimentação em nossa galáxia.
             
Atribuindo-se por probabilidade a hipótese de somente 1% deles ter as mesmas condições e idades correspondentes à Terra, teríamos dois bilhões de planetas com as condições que caracterizam o nosso berço de origem.
             
Dando-se a possibilidade remotíssima de que apenas 1% tivesse condições de vida semelhante à nossa e defrontaríamos, aproximadamente, com cerca de vinte milhões de planetas iguais aos nossos com vida inteligente.
             
Se considerarmos, porém, que alguns deles sejam mais velhos que a Terra, e examinando que o progresso está em relação à idade e às conquistas realizadas, porque os últimos cinquenta anos para o homem foram mais profícuos em conhecimento do que os milênios passados, é óbvio que a vida nesses planetas seria incomensuravelmente mais elevada e progressista que a nossa.
             
Não é, portanto, temerário afirmar-se que a vida inteligente, não é exclusivo patrimônio da pequenez do planeta terrestre. “Tal afirmação já não repugna à inteligência nem à cultura: a da pluralidade dos mundos habitados, mundos esses, departamentos da “casa do Pai”, nos quais o Espírito evolui, progride, aprimora-se na busca da perfeição incessante”

Por possuir, ter, oferecer condições, constituição física diversa, seus habitantes serão adequados a esses meios; cada mundo oferecendo condições particulares, próprias à vida planetária e às necessidades vitais daquele centro energético.

Continua...

Leda Marques Bighetti
Julho / 2011
 
Bibliografia:
- O Evangelho Segundo o Espiritismo / Allan Kardec - Cap. III e a Gênese cap. VI. / Allan Kardec
 
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