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O Livro dos Espíritos  |  Capítulo III - Criação     |  01/03/2011
PLURALIDADE DOS MUNDOS (QUESTÃO 55 A 58) - CONTINUAÇÃO
             Contendo os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da Humanidade (Segundo o ensinamento dos Espíritos superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec)

Livro Primeiro: As Causas Primárias
 
Cap. III - Criação

V - Pluralidade dos Mundos (q. 55 a 58)

56- A constituição física dos diferentes globos é a mesma?
- Não; elas absolutamente não se assemelham.
             
Na eterna sucessão dos mundos, uma lei, primordial e geral, foi outorgada ao Universo e lhe assegura eternamente a estabilidade. São forças diretrizes da Natureza, e que garantem a harmonia do mundo todo, considerado sob o duplo aspecto da eternidade e do espaço.
             
Se remontarmos às primitivas aglomerações de substância cósmica, essa lei ali estará agindo na matéria em transformações. Primeiramente o centro fluídico dos movimentos; em seguida, gerador de mundos, mais tarde núcleo central e atrativo das esferas que lhe nasceram do seio. 
             
Essas leis, portanto, que presidem à história do Cosmo, presidem igualmente à destruição dos astros, uma vez que toda substância tem necessidade de sofrer transformações inerentes à sua constituição.
             
Quando se extingue o foco interior, da existência; quando os elementos perderam o impacto inicial que produziam os fenômenos da Natureza, o mundo extinto e sem vida, sofre a ação das mesmas leis que o elevaram acima do caos e governaram durante séculos desde esse início até a velhice, em que leis desagregadoras restituirão ao laboratório os elementos constitutivos que retornam à massa comum, para assimilarem outros corpos ou regenerarem outros sóis.
             
Desse modo, a eternidade real e afetiva do Universo se acha garantida pelas mesmas leis que dirigem as operações do tempo.
             
Se já estudamos que cada mundo é adequado a uma finalidade e que os Espíritos que os habitam têm características peculiares, embora a lei geral de equilíbrio e finalidade seja a mesma, as condições de vida, como diz a resposta à pergunta 56, “absolutamente não se assemelham”.
             
Acostumados, como estamos, a julgar ou fazer uma idéia de outras habitações pelos referenciais que possuímos, fica-nos difícil plasmar, imaginar outras condições de vida, diferentes dos referenciais que possuímos, das regras que conhecemos na Terra.
             
Entretanto, há produção de variedade infinita, de atividade sem par na qual a Natureza age conforme os lugares, os tempos e as circunstâncias, sendo uma na harmonia geral, mas múltipla em suas produções.
             
Em outros mundos, haverá maravilhas e perfeições, sistemas planetários, reinos e todas as demais variantes necessárias ao estágio daquele mundo.

“(...) assim como nenhum rosto de homem se assemelha a outro rosto, em todo gênero humano, também uma portentosa diversidade inimaginável se acha espalhada pelas moradas eternas que vagam no seio dos espaços”.¹

Pelo pouco que conhecemos do humano e da vida terrestre, do zoófito ao homem, a composição química que alimenta a vida terrestre, a renovação do elemento líquido, as estações do ano com fenômenos característicos que as diferem, não podemos concluir, que os milhões e milhões de terra que rolam pelo infinito, sejam semelhantes ou parecidas com a nossa realidade.
             
Longe disso, cada uma difere de cada uma, conforme as condições que lhe foram prescritas, de acordo com o papel que cabe a cada uma delas realizar no cenário do mundo.

Leda Marques Bighetti
Março / 2011
 
Bibliografia:
- O Evangelho Segundo o Espiritismo / Allan Kardec - Cap. III e a Gênese cap. VI. / Allan Kardec
 
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