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O Livro dos Espíritos  |  Capítulo III - Criação     |  01/06/2010
DIVERSIDADE DAS RAÇAS - (QUESTÃO 52 A 54) - PARTE VI
             Contendo os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da Humanidade (Segundo o ensinamento dos Espíritos superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec)
Livro Primeiro: As Causas Primárias
 
Cap. III - Criação

IV - Diversidade das Raças (questões de 52 a 54)

53 - O homem apareceu em muitos pontos do globo?

— Sim, e em diversas épocas, e é essa uma das causas da diversidade das raças; depois o homem se dispersou pelos diferentes climas, e aliando-se os de uma raça aos de outras, formaram-se novos tipos.
             
Pelo que até agora já estudamos, destacou-se que, tão logo a Terra tenha oferecido condições e tendo o Princípio Inteligente incorporado todas as aquisições próprias do planeta, houve o aproveitamento de um corpo material, que, naquele momento era o mais indicado. 
             
Após preparações e alterações que se fizeram necessárias, inclusive no corpo perispiritual, adentra aquele Princípio sua caminhada no reino hominal, agora como Espírito.
             
Normal que, as características de exteriorização são complexas, difíceis para não ser considerado como animal, entretanto, já não o sendo.
             
Vivendo reações instintivas, está voltado para os instintos básicos da sobrevivência: alimentação, defesa e reprodução. No ir e vir do plano físico para o espiritual e vice-versa, esse Espírito, no passar de bilhões dos anos, vai se diferenciando daquele início, inclusive o próprio planeta fisicamente falando já está diferente dos instantes primeiros.
             
Forças espirituais trabalhavam eliminando arestas, aplainando dificuldades, aperfeiçoando no limite do possível, de acordo com as leis físicas do globo, cuidados esses, não só atinentes ao corpo físico, mas também aos diversos reinos da Natureza.
             
Nesses primórdios da evolução humana, no ápice do reino animal, estavam os símios, animais que embora portassem características muito interessantes em relação aos outros animais, não dispunham da inteligência racional.
             
Depois dos bilhões de anos, em princípios de Mioceno, uma das quatro grandes divisões da era Terciária, aqueles símios já caminhavam erguidos, apresentando alguns condição para que, após as transformações vistas, houvesse as condições para que o Espírito iniciasse sua fase hominal. Bifurcou-se: símios continuavam animais e outros, já não mais animais, embora grosseiros e selvagens iniciaram outro caminho. Este é o chamado “proconsul” em tempos ocorridos, mais ou menos, vinte e cinco milhões de anos. Esses tipos foram evoluindo até que em mais ou menos um milhão e meio de anos após, as espécies vão mais e mais se aproximando do tipo humano. Embora a Ciência detenha detalhes dessa seqüência, a data e o local exato do aparecimento do verdadeiro tipo humano, bem como qual o primeiro que poderia ser considerado como tal.

Em resumo aceita-se:
•   símios ou primatas
•   tipo evoluído do primata – Proconsul – 25 milhões de anos
•   homus erectus – 500 milhões de anos
•   homus sapiens – 150.000 anos
•   homus sapiens-sapiens ou homens verdadeiros
             
O elo entre o animal mais evoluído e o homem primitivo se perde entre o Pitecantropo, criatura do tamanho de um homem, andava em pé, era bestial e o homus sapiens que veio 400 mil anos mais tarde.
             
Se a Ciência não descobriu tipos intermediários, é porque não existiram na Terra: as mutações deram-se em outros planos de matéria, sob a ação dos Prepostos do Senhor, em operações delicadas, para que se acrescentassem condições diferentes e possibilidades evolutivas, impossíveis de existirem no reino animal, cujos tipos se restringem e se limitam por si mesmos.
             
“(...) O macaco, tão carinhosamente estudado por Darwin nas suas cogitações filosóficas e científicas, é um parente próximo das criaturas humanas, falando-se fisicamente, com os seus pronunciados laivos de inteligência; mas a promoção do princípio espiritual do animal à racionalidade humana se processa fora da Terra, dentro de condições e aspectos que não posso vos descrever, dada a ausência de elementos analógicos para minhas comparações” – Emmanuel 1937 - psic. F.C.Xavier in “Os Exilados de Capela” – 39
             
Seriam estes chamados de primeira raça.
             
Quando estes alcançaram todo desenvolvimento que lhes era compatível, Espíritos, habitando formas mais consistentes, já possuidores de maior lucidez, começaram a estagiar na crosta planetária, na nossa já conhecida Lemúria – poder-se-ia dizer – segunda raça. Pouco se diferenciavam dos antecessores: grotescos, animalizados, peludos, cabeças pendentes para frente; braços que tocavam os joelhos, ferozes, andar trôpego, olhar inexpressivo e esquivo, demonstravam desconfiança e medo.
             
No início da era quaternária, essa segunda raça evoluiu por milênios, ambientando-se ao meio ambiente até que por fim, houve como que um desabrochar lento da inteligência, entretanto, ainda era esse homem brutal e violento.
             
Em pleno período quaternário, época em que ocorreu o resfriamento da atmosfera surge a terceira raça e com ela as primeiras tribos de gerações mais aperfeiçoadas, compostas de homens agigantados, cabeça melhor formada, mais ereto, braços mais curtos, pernas mais longas. Caminhavam com mais firmeza e segurança, os olhos demonstravam lampejos de entendimento.
Era o período da Pedra Lascada. Necessitado de proteger-se do frio intenso, cobre-se com as pele dos animais, lançando mão para caçá-los de armas rudimentares e insuficientes contra as feras e monstros que o rodeavam por toda parte.
             
Descobre o fogo, que se lhe torna novo recurso de sobrevivência e conforto.
             
Tempos mais tardes, as alternativas evolutivas do globo sofreram aquecimento geral, que provocou súbito degelo com terríveis inundações, fato este que na tradição pré-histórica, ficou conhecido como o dilúvio bíblico.
             
Habitavam a Lemúria e a Ásia; eram nômades, mantinham-se em constantes lutas prevalecendo a força e a violência na sobrevivência do mais forte.
             
Formavam uma sociedade mais estável e numerosa do ponto de vista tribal, e o chefe era aquele que houvesse sempre vencido as resistências e afastado concorrências. Procura a mulher e não mais a abandona, assiste-lhe o nascimento dos filhos, com quem reparte calor e alimento. O nascimento começa a despertar.

“(...) Do ponto de vista espiritual ou religioso essas tribos eram absolutamente ignorantes, e já de alguma forma fetichistas, pois, adoravam por temor ou superstição instintiva fenômenos que não compreendiam e imagens grotescas representativas tanto de suas próprias paixões e impulsos nativos, como de forças maléficas ou benéficas que ao seu redor se manifestavam perturbadoramente”. – Emmanuel 1937 - psic. F.C.Xavier in “Os Exilados de Capela” – 39

4ª raça - continua Agosto 2010

Leda Marques Bighetti
Julho / 2010
 
Bibliografia:
- A Caminho da Luz – Francisco C. Xavier/ Espírito Emmanuel - Revista Espírita 1862-1867-1864-1860 - Exilados de Capela 
– Edgard Armond - A voz do Antigo Egito 
– Waldomiro F. Lorenz - Arquivos Psíquicos do Egito 
– Hermínio C. de Miranda - Anuário Espírita – 2000 - Revista Informação – comunicação – 1ª e 2ª parte
 
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