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O Livro dos Espíritos  |  Livro Primeiro: As Causas Primárias Capítulo I - DEUS     |  01/04/2005
IV - PANTEÍSMO Q. 14 A 16 (PARTE I)
O Livro dos Espíritos
Livro Primeiro

As Causas Primárias

Capítulo I

Deus

I. Deus e o Infinito
II. Provas da Existência de Deus
III. Atributos da Divindade
IV. Panteísmo

IV - Panteísmo q. 14 a 16

"(...) 15 —Que pensar da opinião segundo a qual todos os corpos da Natureza, todos os seres, todos os globos do Universo, seriam partes da Divindade, ou seja, que pensar da doutrina panteísta?".
— Não podendo ser Deus, o homem quer pelo menos ser uma parte de Deus1".
"(...) Panteísmo — Doutrina segundo a qual só Deus é real e o mundo é
um conjunto de manifestações ou emanações.
— Doutrina segundo a qual só o mundo é real, sendo Deus a soma de tudo quanto existe.
—Variedade - pantiteísmo e panenteísmo2".

"(...) Monismo — Concepção dinâmica de todas as forças da Natureza,
reduzidas ao fenômeno do movimento:
— Doutrina que afirma a existência de uma única espécie
de substância para a matéria ou o Espírito.
— Doutrina segundo a qual as coisas constituem um todo
orgânico, sem partes independentes.
— Teoria que admite a origem única para todos os seres -
Var - Monística".

"(...) Filosofia — O monismo, em suas diferentes acepções, teve considerável aceitação através dos tempos. É sabido que diversos filósofos gregos procuraram a substância primeira, que constituiria a essência dos fenômenos do mundo, concepção que poderíamos denominar "monística" e que é oposta à pretensa realidade dualidade de Espírito e matéria. Todavia o termo foi criado no séc. XVIII, pelo filosofo alemão C. Wolff, que aplicava o termo às teorias que reduzem todas as coisas, quer ao Espírito, quer a matéria, e considerava, por conseguinte, um monismo materialista e outro idealista. No entanto, o monismo entrou em voga, sobretudo por influência de Halckel e Ostwald, chefes da Sociedade dos Monistas. Halckel definia o monismo como uma teoria que concebia o Universo sem antítese entre Espírito e matéria; que identificava Deus e o mundo, que não fora criado, mas evoluíra segundo leis eternas; que negava a imortalidade da alma e uma força vital independente das leis físicas e químicas e rejeitava a oposição estabelecida pelo Cristianismo entre os fins da carne e os fins do Espírito; afirmava ainda o racionalismo, a excelência da Natureza e uma religião da ciência, do bem e da beleza. Neste sentido, o monismo de Halckel pode ser considerado uma expressão característica do cientificismo do séc. XIX. Do ponto de vista lógico e metafísico, pode-se incluir no monismo a concepção hegeliana do Universo e diversas teorias dela derivadas, como o idealismo hegeliano inglês e, em particular, a concepção de Bradley, que admite a unidade do mundo, a existência do absoluto e o caráter essencialmente aparente da multiplicidade sensível3."

"(...) Panteísmo — Sistema filosófico que identifica Deus e o Mundo, isto é, que considera Deus a universidade dos seres, o conjunto de tudo aquilo que existe. Deus e o Universo são identicamente o mesmo ser. O Panteísmo pode ser considerado sempre um princípio ou uma conseqüência do monismo. Dentro da concepção monista, porém, existem diversas variantes. Pode-se conceber Deus como a única realidade verdadeira e o mundo como uma realidade subordinada, um desenvolvimento, uma manifestação de Deus. É a concepção de diversos filósofos, entre os quais Espinosa. Em segundo lugar, pode-se compreender o Mundo como única realidade e ver em deus a alma desse Mundo, o princípio orgânico de toda Natureza. A primeira concepção constitui o panteísmo acosmista; a segunda o panteísmo ateístico. Na história da Filosofia, faz-se distinção entre o chamado panteísmo dos estóicos, o dos averroístas, o de diversos pensadores do Renascimento, o de Espinosa, o de Schelling etc. Todavia, todas as formas de panteísmo têm em comum a acentuação exclusiva da idéia metafísica de Deus. Identificando-se Deus com o absoluto metafísico, tende-se sempre a uma despersonalização, primeiro passo para uma identificação de Deus com a Natureza. Por esse motivo, o idealismo alemão recaiu freqüentemente em concepções panteísticas4."

"(...) Absoluto — Que, ou o que, existe ou subsiste por si próprio.
— Que, ou o que, independe de todo ser, ou acidente.
— Que, ou o que, não sofre nem comporta restrições.
— Que, ou o que, enuncia um sentido completo5."

"(...) Em Filosofia Absoluto geralmente significa independente ou incondicional. Quando o filosofo fala de verdade ou valor absoluto, quer dizer que há valores ou verdades que são independentes de quaisquer considerações e que não dependem do pensador, individualmente considerado. Esse vocábulo já se encontrava nas obras de Platão, sendo familiar a Tomás de Aquino, a Espinosa e a muitos outros grandes pensadores que antecederam os idealistas alemães.
Espinosa diz que a substância (Natureza, Deus, Universo) é absolutamente infinita, em contraste com os atributos que, por sua vez, são infinitos cada qual à sua maneira. A substância absolutamente infinita é auto-existente, independente, servindo de ponto de partida, ou de base incondicional, para tudo quanto existe.
Para Spencer, Hamilton, Mansel - Absoluto é o desconhecido.
Para Kant, não é apenas o desconhecido, mas o que não pode ser conhecido.
Os pensadores teístas identificaram o Absoluto com Deus.
Os panteístas com o Universo.
Schopenhawer e Wundt com a vontade.
Bérgson com a força vital caracterizada pela evolução criadora.
Fechner e Lipsius com a consciência.
Bradley com a experiência.
Jodl com a potencialidade de tudo o que é real.
Lotze e Royce, com personalidade autoconsciente.
Hegel, cuja filosofia é mais intimamente ligada aos conceitos do Absoluto, identifica-o com o espírito universal, que, por um processo de desenvolvimento lógico ou dialético, toma um predicado depois de outro, até que todos os predicados se manifestem por si mesmos, na qualidade de um mundo objetivo em harmonia perfeita com a razão.
Os teólogos admitem que Deus, cujos atributos são infinitos, satisfaz integralmente a noção do Absoluto. Entretanto existem pensadores modernos que perfiliam a idéia do Deus finito e limitado4."
São necessárias essas buscas em definições ? Porque será importante conhecer ? Qual entendimento espírita ? São questões a serem desenvolvidas na próxima página.
 
Bibliografia:
1. KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos - 14 a 16 2. 
AURÉLIO, Dicionário Básico da Língua Portuguesa - pág. 478 3. 
MÉRITO, Enciclopédia Brasileira - vol. 13 - pág. 390 4. 
MÉRITO, Enciclopédia Brasileira - vol. 14 - pág. 605 5. 
MÉRITO, Enciclopédia Brasileira - vol. 1 - pág. 76 - 77
 
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