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O Livro dos Espíritos  |  Livro Primeiro: As Causas Primárias Capítulo I - DEUS     |  01/03/2005
III - ATRIBUTOS DA DIVINDADE - 10 A 13 (PARTE III)
O Livro dos Espíritos
Livro Primeiro

As Causas Primárias

Capítulo I

Deus

I. Deus e o Infinito
II. Provas da Existência de Deus
III. Atributos da Divindade
IV. Panteísmo

III - Atributos da Divindade - 10 a 13

           Nosso estudo prossegue refletindo que:

15 - Deus é infinitamente perfeito. É impossível conceber-se Deus sem o infinito das perfeições, sem o que não seria Deus, pois sempre se poderia conceber um ser que possuísse o que lhe faltasse. Para que nenhum ser possa ultrapassá-lo, faz-se mister que ele seja infinito em tudo.
Sendo infinitos, os atributos de Deus não são suscetíveis nem de aumento, nem de diminuição, visto que do contrário não seriam infinitos e Deus não seria perfeito. Se lhe tirassem a qualquer dos atributos a mais mínima parcela, já não haveria Deus, pois que poderia existir um ser mais perfeito.

16 - Deus é único. A unicidade de Deus é conseqüência do fato de serem infinitas as suas perfeições. Não poderia existir outro Deus, salvo sob a condição de ser igualmente infinito em todas as coisas, visto que, se houvesse entre eles a mais ligeira diferença, um seria inferior ao outro, subordinado ao poder desse outro e, então, não seria Deus. Se houvesse entre ambos igualdade absoluta, isso equivaleria a existir, de toda eternidade, um mesmo pensamento, uma mesma vontade, um mesmo poder. Confundidos assim, quanto à identidade, não haveria, em realidade, mais que um único Deus. Se cada um tivesse atribuições especiais, um não faria o que o outro fizesse; mas, então, não existiria igualdade perfeita entre eles, pois que nenhum possuiria a autoridade soberana.

17 - A ignorância do princípio de que são infinitas as perfeições de Deus foi que gerou o politeísmo, culto adotado por todos os povos primitivos, que davam o atributo de divindade a todo poder que lhes parecia acima dos poderes inerentes à Humanidade. Mais tarde, a razão os levou a reunir essas diversas potências numa só. Depois, à proporção que os homens foram compreendendo a essência dos atributos divinos, retiraram dos símbolos, que haviam criado, a crença que implicava a negação desses atributos.

18 - Em resumo, deus não pode ser Deus, senão sob a condição de que nenhum outro o ultrapasse, porquanto o ser que o excedesse no que quer que fosse, ainda que apenas na grossura de um cabelo, é que seria o verdadeiro Deus. Para que tal não se dê, indispensável se torna que ele seja infinito em tudo.
É assim que, comprovada pelas suas obras a existência de Deus, por simples dedução lógica se chega a determinar os atributos que o caracterizam.

19 - Deus é, pois, a inteligência suprema e soberana, é único, eterno, imutável, imaterial, onipotente, soberanamente justo e bom, infinito em todas as perfeições, e não pode ser diverso disso.
Tal o eixo sobre que repousa o edifício universal. Esse o farol cujos raios se estendem por sobre o Universo inteiro, única luz capaz de guiar o homem na pesquisa da verdade. Orientando-se por essa luz, ele nunca se transviará. Se, portanto, o homem há errado tantas vezes, é unicamente por não ter seguido o roteiro que lhe estava indicado.
Tal também o critério infalível de todas as doutrinas filosóficas e religiosas. Para apreciá-las, dispõe o homem de uma medida rigorosamente exata nos atributos de Deus e pode afirmar a si mesmo contradição com um só que seja desses atributos, que tenda não tanto a anulá-lo, m que toda teoria, todo princípio, todo dogma, toda crença, toda prática que estiver emas simplesmente a diminuí-lo, não pode estar com a verdade.
Em filosofia, em psicologia, em moral, em religião, só há de verdadeiro o que não se afaste, nem um til, das qualidades essenciais da Divindade. A religião perfeita será aquela de cujos artigos de fé nenhum esteja em oposição àquelas qualidades; aquela cujos dogmas todos suportem a prova dessa verificação sem nada sofrerem"3. (grifos mantidos).

Após esses raciocínios:

"(...) 13 - Quando dizemos que Deus é eterno, infinito, imutável, imaterial, único, todo poderoso, soberanamente justo e bom, não temos uma idéia completa de seus atributos?

— Do vosso ponto de vista sim, porque acreditais abranger tudo, mas ficai sabendo que há coisas acima da inteligência do homem mais inteligente, e para as quais a vossa linguagem, limitada às vossas idéias e às vossas sensações, não dispõe de expressões. A razão voz diz que Deus deve ter essas perfeições em grau supremo, pois se tivesse uma de menos ou que não fosse em grau infinito, não seria superior a tudo, e, por conseguinte não seria Deus. Para estar acima de todas as coisa, Deus não deve estar sujeito vicissitudes e não pode ter nenhuma das imperfeições que a imaginação é capaz de conceber"1.

"(...) Ora, a nosso Deus e Pai seja dada glória para todo o sempre".
Paulo - Filipenses 4:20

"Glorifiquemos"

           "(...)            Quando o vaso se retirou da cerâmica dizia sem palavras:
— Bendito seja o fogo que me proporcionou a solidez.
           Quando o arado se ausentou da forja, afirmava em silêncio.
— Bendito seja o malho que me deu forma.
           Quando a madeira aprimorada passou a brilhar no palácio, exclamava, sem voz:
— Bendita seja a lâmina que me cortou cruelmente, preparando-me a beleza.
           Quando a seda luziu, formosa, no templo, asseverava no íntimo:
— Bendita seja a feia lagarta que me deu vida.
           Quando a flor se entreabriu, veludosa e sublime, agradeceu, apressada:
— Bendita a terra escura que me encheu de perfume.
           Quando o enfermo recuperou a saúde, gritou feliz:
— Bendita seja a dor que me trouxe a lição do equilíbrio.

Tudo é belo, tudo é grande, tudo é santo na casa do Deus.

Agradeçamos a tempestade que renova, a luta que aperfeiçoa, o sofrimento que ilumina.

A alvorada é maravilha do céu que vem após a noite na Terra.

Que em todas as nossas dificuldades e sombras seja nosso Pai glorificado para sempre!".

Leda Marques Bighetti
Março / 2005
 
Bibliografia:
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos - 10 a 13 
KARDEC, Allan. A Gênese - cap. II - 8 Xavier, F. C. - Emmanuel (Espírito) Fonte Viva 11
 
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