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O Livro dos Espíritos  |  Introdução do Estudo da Doutrina Espírita   |  Item V   |  01/01/2002
O PROCESSO DA COMUNICAÇÃO DOS ESPÍRITOS PARTE 1
Estudo 8

"Contendo os Princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos, suas relações com os homens, as leis morais, a vida futura e o porvir da Humanidade"

Segundo o ensinamento dos Espíritos Superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec.

O Processo da comunicação dos Espíritos

V- Desenvolvimento da Psicografia

Antes de nos atermos ao tema acima ( V ) como espíritas precisamos conhecer todo um encadeamento de fatos que se direcionam rumo a um objetivo. 
No campo das manifestações espíritas, na comunicação entre desencarnados e encarnados o caminho que se fez é belo no evidenciar, destacar o cuidado dos Espíritos, a paciência, respeitando a limitação mental do Homem. Nada é apressado, não há saltos, não pula fases. 
Propiciam, aguardam, evidenciam, mas esperam que o Homem descubra, quando no uso dos processos mentais, reflete, compara, analisa, deduz buscando a causa. Abre-se aí o campo do Conhecimento em que marchará com base lógica. Sem isso, permaneceria no terreno do talvez, do quem sabe, do poderia... 
À Medida e na proporção em que esse crescimento se dá as formas rudimentares, complexas, complicadas mesmos vão dando lugar à um refinamento que caminha para a simplificação. 
Ao estudarmos neste item o "desenvolvimento da psicografia", na realidade estamos nos atendo a meios usados pelos Espíritos, para em se comunicando com os encarnados, passar mensagens, idéias, necessidades bem como as narrativas e descrições da vida no campo espiritual. 
Veremos que a comunicação, a psicografia, até chegar na forma como a conhecemos hoje, passou por fases, cada uma, com valor, adequada ao estágio do homem, que, conforme mais conhecia e se dedicava, abria possibilidades, buscando simplicidade, facilidade onde o intercâmbio se processará tranqüilo, sem aparatos.

A.   Os primeiros fatos

Antes, de alcançar essa fase, voltando no tempo, manifestações procurando comunicação são encontradas nos registros de todos os povos, desde as eras mais longínquas, uma vez que, como efeitos naturais, produziram-se em todas as épocas. Quem lê ou estuda Tertuliano (160-230) em termos explícitos encontra ali relatos de mesas girantes ou falantes. Arranhões, batidas com esse mesmo objetivo constam de registros oficiais da Inglaterra (1661) Oppenhein, Alemanha (1620), Epnvorth Vicarage (1716) .

B.    Seqüência nos acontecimentos - As meninas Fox

Mais próximo de nossos dias, revelando encadeamento sistemático, voltaremos a 1848, quando na América, em Hydesville, ruídos, arranhaduras, sons pouco naturais, aconteciam na casa da família Fox, dando a impressão que eram produzidos por pessoas fora da casa desejando que a porta se lhes fosse aberta. 
Os moradores não se incomodavam, não davam atenção ao fato até que em março desse ano, a intensidade é tal, que mobiliza a atenção de todos. Batidas, barulho de móveis sendo arrastados, camas que tremem e se movem culminam na noite de 31 a ponto de deixar a família em pânico, diante de algo inexplicável que nada interferia para diminuir ou acalmar. 
Em meio a essa ansiedade, expectativa, medo, a jovem Kate Fox desafia a que essa força invisível, repita com ela os barulhos que faria com os dedos. Imediatamente veio a resposta. Convencionado o número de batidas ou palmas para sim ou o não, cada questão proposta era respondida iniciando-se a "telegrafia espiritual".

C.   A Sra. Fox

Em meio às noites que se seguiram, olhando, observando, a mãe, Sra. Fox, descobre que aquela força era também capaz de ver e ouvir, pois quando Kate dobrava o dedo sem barulho, o arranhão respondia. Essa Sra. encadeia uma série de perguntas cujas respostas mostravam maior conhecimento, detalhes de seus próprios negócios, do que ela mesmo possuía. 
Uma vizinha, Mrs. Redfield foi chamada a participar e aquilo que para ela começara como brincadeira, distração, se transformou em pavor, quando teve respostas corretas a questões pessoais, íntimas.

A comissão investigadora formada para averiguações, em jogo de perguntas e respostas nesse método, levanta os seguintes dados:

•   a força declara ser um Espírito
•   foi assassinado nesta casa
•   assassino - o antigo inquilino
•   o fato se dera há cinco anos passados ( 1843 )
•   idade - 31 anos
•   profissão - mascate
•   causa do crime - dinheiro - quinhentos dólares
•   enterrado na adega a dez pés de profundidade

Descem. Golpes pesados e brutais soam aparentemente vindos de dentro da terra indicando o lugar do sepultamento.

D.   Associação das batidas com o alfabeto

Um vizinho Sr. Duesler, tem a idéia e usa pela primeira vez o alfabeto, convencionado com o número das pancadas. Nesse método, obtém o nome do morto - Charles B. Rosma.

E.    Coordenação da idéia

A idéia de coordenar mensagens só se desenvolverá quatro meses mais tarde, quando Isaac Post, um quaker de Rochester toma a direção de coordenar os acontecimentos, isto é, construir os períodos nas quais as frases têm sentido independente e são separadas por vírgulas, ponto e vírgula etc. , ou são relacionadas entre si por conjunções coordenativas. 
Dar enfim à redação, certa ordem e método onde os assuntos se dispunham de forma organizada, ligados entre si. 
Nota:- nas escavações feitas encontrou-se a cinco pés, primeiramente tábuas, carvão, cal e só depois surgiram cabelos e ossos pertencentes a esqueleto humano, bem como uma lata de mascate. A transcrição em jornal local, exprime o parecer das investigações oficiais: "Essas descobertas resolvem a questão de uma vez por todas e provam conclusivamente que houve um crime cometido na casa, e que esse crime foi indicado por meios psíquicos".

Pesquisas continuam, cada vez, acrescendo-se de um ou outro detalhe, todos importantes:

•   respostas que atendiam a questões mentais - línguas diferentes ora para pergunta, ora para a resposta,
•   acordes musicais e em meio a tudo isso, contestações, mistificação, seriedade, frivolidades, expandindo-se primeiramente para Inglaterra, envolvendo pessoas sérias, pesquisadores que, cada qual o seu modo, contribuirá, impulsionará para o caminho do conhecimento.

F.   O que Hydesville significa

"De algum modo, não mais se limitava o fato ao caso de um assassinato que pedia justiça. Parece que o mascate havia sido usado como um prisioneiro, e agora, achada uma saída e um método, miríades de inteligências formigavam às suas costas. O fato é que Rosma sai das evidências e as batidas inteligentes passaram a ser dadas pelos falecidos dos investigadores, que estavam preparados para tomar um sério interesse no assunto de modo reverente para receberem as mensagens", que em síntese afirmavam:

- continuamos vivos e ainda amamos - acompanhadas estas afirmações de provas materiais, confirmando a fé vacilante dos novos adeptos ao movimento.
A busca no conhecer desses caminhos prosseguirá no próximo estudo entretanto, necessário é, perceber que toda cultura, todo aperfeiçoamento nasce da anterior. Carrega-se, inclusive o momento atual das contribuições antigas. 
Para que a época atual se constitua como valor inequívoco aos tempos que virão urge instalar em cada um, pela solidariedade de consciências, a integração do Homem na vivência do Bem, investigando-se na intimidade, renovando-se com a Verdade, transformando-se nesse trabalho pessoal em sentimento, pensamento e ação viva daquele que marcha vendo em Jesus o guia. 
Na soma das unidades essa posição viva, renovará a realidade social - a Civilização então deixará de ser utopia para constituir-se como realidade.

Leda Marques Bighetti
Janeiro / 2002
 
Bibliografia:
Allan Kardec - "O Livro dos Espíritos" - Introdução q. 627 Allan Kardec - 
"O Livro dos Médiuns" - cap. IV 77 - XID - X - XVI Allan Kardec - 
"Revista Espírita" - junho - agosto - 1858 - maio - junho - 1863 Arthur C. Doyle - "A História do Espiritismo"- V - VIII J. Herculano Pires - "O Espírito e o Tempo" - parte 2º - 3º - 4º
 
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