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O Livro dos Espíritos  |  Introdução do Estudo da Doutrina Espírita   |  Item II   |  03/09/2001
ALMA, PRINCÍPIO VITAL E FLUIDO VITAL DEFINIÇÃO E CONCEITO
Estudo 4

"Contendo os Princípios a Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos,suas relações com os homens, as leis morais, a vida futura e o porvir da Humanidade"

Segundo o ensinamento dos Espíritos Superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec.

Introdução do Estudo da Doutrina Espírita

II. Alma, Princípio Vital e Fluido Vital

Alma:

Definição e Conceito:

a) Alma - princípio da vida 
b) Filos – entidade a que se atribuem por necessidade de um princípio de unificação as características essenciais à vida (do nível orgânico às manifestações mais diferenciadas da sensibilidade) e do pensamento. 
c) princípio espiritual do homem concebido como separável do corpo e imortal. 
d) o conjunto das funções psíquicas e dos estados de consciência do ser humano que lhe determina o comportamento, embora não tenha realidade física ou material; espírito. 
e) sede dos afetos, sentimentos e paixões 
f) pop- espírito desencarnado 

Assim como no estudo 3 (página de agosto – 2001) vimos a necessidade da criação do termo Espiritismo, para identificar a Doutrina em seus princípios e objetivos, o título do nosso tema, neste mês, também, requer ser entendido, no sentido que a Doutrina lhe dá. 
Nesta página, nos ateremos ao vocábulo – alma – onde acima já transcrevemos alguns sentidos que o Dicionário lhe dá (apresenta vinte e seis) e de onde já se percebe divergência ou variação nas interpretações. Vejamos: 
No tempo do lançamento de "O Livro dos Espíritos", três acepções eram fortes:

a. Segundo alguns, alma seria o princípio da vida orgânica material. Não tem existência própria e se extingue com a vida. É a concepção materialista.

b. Afirmam outros – alma é o princípio da inteligência, agente universal, do qual cada ser absorve uma porção. Em todo o Universo há uma só alma, distribuindo fagulhas para os diversos seres inteligentes, durante a vida. Após a morte, cada fagulha volta à fonte comum, confundindo-se no todo sob essa opinião alma é efeito, jamais causa.

Tais afirmações, diferem da precedente, no sentido de que, admite existir no homem, algo além da matéria que subsiste após a morte. Esse subsistir porém, é relativo, uma vez que a individualidade, a consciência do ser, não é preservada. 
A alma universal seria Deus e cada um porção da divindade, que a ela retornaria, apagando-se, desaparecendo. É uma variedade do Panteísmo (Filos = doutrina segundo a qual só Deus é real e o mundo conjunto de manifestações ou emanações). 
c. Na terceira idéia – alma é um ser moral, distinto, independente da matéria, que conserva sua individualidade após a morte.

Esta concepção é a mais comum. Sob um nome ou outro, persiste a idéia de algo que sobrevive ao corpo. 
Encontra-se esse entender, desde as crenças instintivas, primitivas, independente de qualquer ensinamento, em todos os povos, nos mais diversos graus de civilização. 
Nesse pensar – alma é causa, não efeito. É característica ao Espiritualismo.

Havendo a limitação da língua, que não possui um termo próprio para cada idéia, o termo alma pode ser empregado e entendido nos três sentidos, onde entretanto, os significados, são distintos, diferentes. 
Em Doutrina espírita chamar-se-á alma ao ser imaterial e individual que existe em nós e sobrevive ao corpo. 
Demonstra que não tem ela, envoltório material, compacto, ponderável, e sim, um fluídico, imponderável, mas que não deixa de ser uma espécie de matéria. Invisível no estado normal, pode, em dadas circunstancias, por uma espécie de modificação molecular, tornar-se visível, como o vapor, por condensação. 
Apoiando-se na psicologia experimental, vê aí um fenômeno natural submetido a leis que regem as relações entre o mundo visível e invisível. Estuda-a, não só durante a vida, mas após a morte; observa-a em estado de isolamento; vê sua ação em liberdade; esforça-se por demonstrar não só sua existência, mas também os atributos. 
Para muita gente, a Filosofia Espírita, contém erro grave, ao sintetizar numa única palavra, tal abrangência. Os incrédulos, vêm algo imponente, respeitável, mas com prevenções que os faz encarar o termo como pueril. De modo geral, preferem o vocábulo Espírito – que desperta lembranças fantásticas das lendas, contos, sagas, histórias, fogos-fátuos etc. Questiona-se inclusive, porque usa o Espiritismo também a palavra espírito. 
Usa-a, Primeiro: - porque, desde antes, muito antes da Filosofia Espírita, a palavra já era conhecida e usada. Tratava o Espiritismo de deduzir as conseqüências morais das manifestações. Era útil conservar a denominação usual, a fim de mostrar a conexão dessas duas partes da Ciência. Apresentação ligada ao vocábulo era momentânea; deveria apagar-se com o tempo. Segundo – se o vocábulo Espírita era repulsivo para alguns, constituia-se em atrativo para as massas. Seu uso contribuiria para popularizar a Doutrina. 
Terceiro – o mais importante dos motivos: as palavras – alma e Espírito, posto que sinônimos e empregadas indiferentemente, não exprimem exatamente a mesma idéia. 
Alma é o Princípio Inteligente, imperceptível e indefinido como o pensamento. 
No estado dos nossos conhecimentos não podemos concebê-la isolada da matéria, de modo absoluto. Formado de matéria sutil, o perispírito, fará dela um ser limitado, definido e circunscrito à sua individualidade espiritual. 
Desses raciocínios forma-se a seguinte proposição: a união da alma, do perispírito e do corpo material constitui o homem; a alma e o perispírito separados constituem o ser chamado Espírito. 
Nas manifestações, portanto, não é a alma que se apresenta só; está sempre revestida do seu envoltório fluídico. É ele o intermediário necessário através do qual ela age sobre a matéria compacta. Nas aparições não é a alma que se vê, mas o perispírito. 
Em resumo: a alma é o ser simples primitivo; o Espírito o ser duplo; o homem o ser triplo. Pelo pensamento portanto, representa-se um Espírito, mas não uma alma. 
Tomando um pelo outro, como habitualmente se faz, as almas ou Espíritos, espalhados na imensidade, constituem o mundo invisível que nos cerca e em cujo meio vivemos. Esse mundo é composto dos mesmos seres que formaram, constituíram a humanidade terrena. 
Os fatos que se ligam ao mundo invisível e às suas relações com o mundo visível, mais ou menos observados em todas as épocas, se ligam à história de quase todos os povos, sobretudo à história religiosa. Sem esse entender aqui desenvolvido, surgiram, foram criadas ilusões sobre escritos sacros e profanos. Por falta de conhecimentos dessas relações, passagens ficaram ininteligíveis ou foram interpretadas falsa ou diversamente. 
O mundo visível e o invisível assim se acham em contato perpétuo, daí resultando incessante reação de um sobre o outro. Os fenômenos entram na ordem dos fatos naturais. O Espiritismo, doutrina codificada por Allan Kardec e que surge a partir de 18 de abril de 1857, nem os descobriu nem os inventou: estudou muito, observou, experimentou, procurou, deduziu suas leis, e por isso as subtraiu da ordem dos fatos maravilhosos. 

Assim: alma – preexistente, princípio inteligente imperceptível, indefinido, simples, não está localizada em um ponto particular do corpo. Formará com o perispírito um conjunto fluídico penetrável, assimilando-se ao corpo inteiro com o qual constitui um ser complexo. A morte não é mais que um "desdobramento". 
Podemos supô-los como dois corpos semelhantes na forma, confundidos um no outro, durante a vida e separados depois da morte, onde um deles, o material se desagrega e é destruído, ao passo que o outro subsiste.

Durante a vida a alma obra mais especialmente sobre o pensamento e o sentimento. Ela é ao mesmo tempo interna e externa, isto é, irradia para fora, podendo mesmo isolar-se do corpo, transportar-se para longe e ai manifestar sua presença. Conservará sua individualidade, a consciência de si mesma, não retrógrada e a diversidade das aptidões reflete os progressos, aquisições feitos. Em sua origem, são criadas simples e ignorantes, isto é, sem ciência, sem conhecimento do bem e do mal mas com igual aptidão, capacidade para tudo. Nesse início encontram-se em uma espécie de infância, sem vontade própria e sem consciência perfeita da sua existência. 
As existências sucessivas, vão pouco a pouco desenvolvendo idéias, pensamentos e com ele o livre arbítrio e a responsabilidade nas escolhas feitas.

E a existência, no processo da Vida entendida nesses raciocínios, como benção, onde a cada momento, cada qual conviverá, com os aspectos de que necessita, para em trabalhando consigo, fazer aflorar o ser perfectível rumo à perfeição, criado à imagem e semelhança de Deus. O modelo para esse renovar, para esse burilamento da essência, será sempre Jesus.

Leda Marques Bighetti 
Setembro 2001
 
Bibliografia:
"O Livro dos Espíritos" – Allan Kardec – Introdução II/ 
 "Dicionário da Língua Portuguesa" – Aurélio – pág. 31-478/ 
 "Revista Espírita" – Allan Kardec – Allan Kardec – maio 1864 /
 "O principiante espírita" – Allan Kardec – Solução de alguns problemas pela DE / Teria Allan Kardec colocado esses dois itens na Introdução de uma Doutrina ? É o que estudamos na nossa próxima página.
 
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